Projeto de lei parlamentar do Cadastro Positivo na Câmara dos Deputados

Todos os consumidores e empresas farão parte do cadastro de informações positivas de pagamento; no modelo anterior 5% da população economicamente ativa fez a adesão

21 de fevereiro de 2019 – A Boa Vista comemora a aprovação, por parte da Câmara Federal, do PLP – Projeto de Lei Parlamentar 441/2017 que tornará automática a entrada de consumidores e empresas no Cadastro Positivo, modelo conhecido como opt-out, e que proporcionará muitos benefícios ao mercado brasileiro. Com a alteração da lei, o número de participantes deve saltar de 11 milhões já cadastrados para 120 milhões de consumidores Pessoa Física e Pessoa Jurídica, dos quais cerca de 20 milhões serão de pessoas que atualmente não têm acesso ao crédito.

Com a alteração da lei, que agora segue para aprovação no Senado para depois ser sancionada pelo presidente da República, informações de pagamento de contas de serviços continuados, como as de água, energia elétrica, gás e telefonia, passam a ser consideradas no cálculo da pontuação de crédito (score). No modelo anterior, pessoas e empresas precisavam autorizar a inclusão no Cadastro Positivo. Com a mudança, todos serão automaticamente incluídos e se desejarem poderão solicitar a exclusão de seu nome desse cadastro.

De acordo com o modelo aprovado, varejistas, bancos, financeiras e empresas de serviços continuados passarão a ter de compartilhar obrigatoriamente as informações de pagamento dos seus clientes com os birôs de crédito, como a Boa Vista, que são os responsáveis pela organização dos dados do Cadastro Positivo. Importante: pagamentos feitos à vista, tanto em dinheiro quanto no cartão de débito, investimentos ou poupanças não entrarão neste banco de dados, o que garante a privacidade das informações dos consumidores e empresas.

Para Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista, a aprovação do Projeto de Lei Parlamentar que incluirá de forma automática consumidores e empresas no Cadastro Positivo é um marco histórico para o desenvolvimento do mercado de crédito no país. Ele contribuirá para a democratização do crédito com concessões mais justas; permitirá o empoderamento da população não-bancarizada; estimulará a redução da inadimplência e, consecutivamente, dos juros praticados no mercado, e ainda ajudará na expansão do crédito, tanto para consumidores que possuem ou tiveram algum débito ativo, quanto para os que não têm histórico de crédito, e que hoje não têm a chance de ter crédito aprovado.

Ainda segundo Dirceu, com o novo modelo de Cadastro Positivo a vida financeira dos brasileiros será melhor avaliada. Isso porque, a dinâmica de pagamentos dos consumidores que até então não é conhecida, passará a integrar o conjunto de informações utilizadas na avaliação do crédito. Por exemplo: se parcelas são pagas em dia ou até mesmo antecipadas, passarão a contar positivamente na análise e aprovação do crédito, o que poderá representar condições melhores de parcelas e juros do que as atualmente ofertadas.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

www.boavistascpc.com.br

Mais de sete bilhões de pessoas no mundo, mas ainda assim, você é único!

João Vítor Perozzo | curador de conteúdo Elri.net

Ao adquirir um produto ou serviço, o cliente tem o intuito de resolver um problema. No entanto, é importante que a experiência de compra seja positiva e impactante. Uma das principais formas de gerar esse impacto é fazer o cliente sentir-se único e valorizado pela empresa.
O princípio desse ideal reside no Marketing de Conteúdo.

Entenda mais sobre:
Esse segmento compreende ações que constroem e disseminem a marca. O intuito é prospectar novos leads, fidelizar clientes e gerar autoridade no mercado.
O resultado é fazer com que os clientes se tornem aliados. Afinal, a recomendação “boca a boca” sempre possuiu grande poder de persuasão. Ainda mais agora, com a ascensão de influenciadores digitais, uma marca que preza pela experiência do usuário tem grande potencial de crescimento e reconhecimento. Isso ocorre, pois o marketing de relacionamento prevê resultados em longo prazo.Visto que a empresa deve construir uma relação contínua e progressiva com o cliente.

Como eu posso fazer isso?
Se você tem o intuito de tornar um prospect em divulgador da marca, é necessário oferecer uma experiência única. Aqui vão algumas dicas que podem servir de primeiro passo para que seu cliente se sinta valorizado:

1 – Personalização e identificação são valores importantes na hora da compra

Quando se há o intuito de se aproximar de alguém, é necessário direcionar mensagens e conteúdos à pessoa. Por isso, o uso de mensagens prontas e/ou atitudes mecanizadas não é aconselhado.

Por exemplo, em uma loja de calçados, é importante notar o estilo do cliente ao entrar e pensar em produtos que combinem com suas roupas e acessórios.
Caso o cliente já seja conhecido do local, é importante notar qual estilo
interessa a ele e, de forma amigável, direcioná-lo a isso.

2 – O cliente precisa ser um amigo
Por meio do Instagram, Facebook ou até mesmo WhatsApp, você pode realizar uma manutenção constante da relação entre a marca e o cliente. A dica é estar aberto a ouvir o cliente e entregar aquilo que irá agradá-lo.

Por exemplo, quando um cliente fizer cadastro, peça seu telefone de WhatsApp para convidá-lo a participar de eventos ou enviar novidades acerca de produtos que sejam do gosto da pessoa. Tudo isso como se a Brand Persona da marca estivesse conversando com um amigo.

3 – Segmente seu conteúdo para cada rede social
As redes sociais possuem públicos diferentes e demandas diferentes de mensagem. Portanto, é importante entender que tipo de postagem se adequa a cada plataforma e como isso pode impactar seu público com mais qualidade.

O Twitter é uma ótima ferramenta para um SAC rápido e aberto entre usuário e marca. Já o Instagram é uma ótima plataforma para consolidar a marca como autoridade.

Por fim, vale investir no Marketing de Relacionamento?
Em um mercado de trabalho onde diversas empresas entregam um produto igual ou semelhante, é importante possuir aquele “quê” a mais que atraia clientes e os fidelize. Logo, investir no marketing de relacionamento é investir na  sobrevivência, renovação e sucesso da marca.

Vendas no varejo crescem 2,3% em 2018 e têm a maior alta em cinco anos

O comércio varejista fechou 2018 com alta de 2,3%, a maior taxa anual desde 2013, quando as vendas aumentaram 4,3%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo, ficando ligeiramente acima do desempenho de 2017, quando subiu 2,1%. Mesmo assim, o crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos não recuperou a queda de 10,3% em 2015 e 2016.

As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE. Apesar do crescimento no acumulado no ano, as vendas perderam fôlego no segundo semestre, como explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. “Foi um semestre marcado pela alta do dólar, por incertezas diante do período eleitoral e pela recuperação da greve dos caminhoneiros, mas, no geral, com saldo positivo”, resume.

No índice mensal, as vendas de dezembro caíram 2,2% em relação às de novembro, no que foi o pior resultado para o mês desde 2000, porém cresceram 1,8% na comparação com dezembro de 2017. “Como em novembro houve uma disparada nas vendas por causa da Black Friday, já era esperado que dezembro registrasse queda”, explica Isabella.

As vendas da atividade que contempla os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 3,8% e registraram a maior influência positiva, seguida pelos setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 7,6%, e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 5,9%.

Já as atividades com as principais quedas nas vendas foram combustíveis e lubrificantes (-5%), tecidos, vestuário e calçados (-1,6%), móveis e eletrodomésticos (-1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-14,7%).

“Supermercados, artigos pessoais e farmacêuticos englobam produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Diante de uma economia estável, são setores que naturalmente apresentam crescimento. Já entre as atividades que caíram, destaca-se o setor de combustíveis e lubrificantes, que, em 2018, sofreram com alta nos preços acima da inflação”, diz Isabella.

Vendas do setor automotivo têm a maior alta em 11 anos

No comércio varejista ampliado, que inclui os ramos de veículos e materiais de construção, as vendas tiveram alta de 5%, a maior dos últimos seis anos. O resultado teve forte influência das vendas de veículos, motos, partes e peças, que cresceram 15,1% em 2018, a taxa mais elevada desde 2007, quando cresceu 22,6%.

“Esse desempenho pode ser explicado pela melhora nas condições de financiamento, refletida na redução das taxas de juros e no aumento do volume de crédito para aquisição de veículos”, encerra a pesquisadora.