Pessoas e pipocas

Será que o consumidor brasileiro irá se adaptar facilmente à automatização? Num dia desses, discutindo com alguns amigos, um fato me veio à memória.

No final dos anos 90, meu pai havia investido em algumas dessas máquinas automáticas de se fazer pipoca, dessas que aparentemente começaram a voltar a aeroportos e shoppings centers. Se automação é novidade hoje, imagine naquela época.

Para quem nunca viu uma dessas, era uma dessas máquinas que uma vez introduzido o dinheiro (na época somente notas ou moedas), a pipoca era feita na hora e o pacote saía pronto para o consumo do cliente.

Pois bem. As máquinas do meu pai rendiam algum dinheiro, um pouco aquém do esperado, mas algo que estava ao menos dentro da margem de expectativa para com o negócio. Como conhecíamos na época muita gente do varejo de construção, algumas máquinas ficavam em lojas do ramo, que assim como hoje, tinham o sábado como grande dia de vendas, com corredores e áreas abarrotadas de gente, com muitas famílias que passavam às vezes uma manhã ou até mesmo o dia inteiro decidindo materiais de acabamento e decoração. Uma ótima oportunidade para vender pipocas, principalmente considerando as crianças que acabavam vindo com seus familiares.

Em um sábado pela manhã, meu pai saiu para instalar uma dessas máquinas. Já era início da tarde quando começamos a estranhar que ele não retornava, e com um contato que ainda não era tão fácil na época (poucos tinham celulares), só no início da noite que meu pai acabou conseguindo ligar para casa, e nos reportou:

– Fui ligar a máquina e apareceu uma mulher com dinheiro e me pediu uma pipoca. Ao terminar o primeiro pacote, outra pessoa pediu um novo pacote. Quando eu vi, a fila estava enorme e permanece assim até agora. Só saí rapidamente para falar com vocês. O número de venda está espetacular. Nunca vendi tanto em um dia!

No sábado seguinte, a máquina sem a presença de alguém junto rendeu 1/6 do que havia rendido. Meu pai não teve dúvidas. No outro final de semana, havia uma pessoa contratada para permanecer ao lado da máquina para facilitar a vida dos consumidores, e vender mais.

Por que eu digo tudo isso? Um dos grandes desafios da automação é conseguir encontrar o equilíbrio entre os custos de novas tecnologias e a adesão ou aceitação dos consumidores. Processos automatizados tem como tendência um movimento menor de consumidores do que nos formatos onde exista algum tipo de assistência ou atendimento. De outro lado, apresentam por conta de tecnologias envolvidas, maiores custos.

Um dos grandes objetivos da automação está em uma possível redução de custos trabalhistas, mas aparentemente os modelos por enquanto disponíveis no mercado, ainda não conseguiram alcançar tal resultado, o que impede sua multiplicação.

Parafraseando o título, embora os desafios mostrados, há boas oportunidades pipocando no ar, mas o varejo ainda leva algum tempo até encontrar seu melhor modelo.

Artigo no site Mercado e Consumo

* Imagem divulgação

Necessidade das mães deve orientar a compra do presente, segundo pesquisa da Boa Vista

O consumidor irá gastar em média R$ 191 com as compras para esta data

07 de maio de 2019 – Para decidir o que comprar neste Dia das Mães, 53% dos cerca de 1.200 entrevistados pela Boa Vista, em sua tradicional pesquisa que tem como objetivo identificar o comportamento de compras dos brasileiros nesta data comemorativa, disseram que irão observar o que a mãe ou pessoa que pretendem presentear realmente necessita.

Realizada em abril, com consumidores de todo o país, a pesquisa da Boa Vista constatou que outros 20% deixarão a surpresa de lado e perguntarão diretamente à pessoa o que deseja ganhar. Outros 15% informaram que pesquisarão o que comprar na internet. 9% pedirão sugestão a parentes/amigos. 3% se nortearão pelas propagandas de TV.

De um modo geral, 68% dos consumidores entrevistados informaram que irão comprar presentes neste Dia das Mães. Destes, 26% alegaram que pretendem gastar mais este ano do que na comparação com o ano passado (eram 33% em 2018). 55% disseram que irão gastar a mesma quantia (contra 47% na data passada) e 19% gastarão menos (contra 20%).

93% dos consumidores que declararam que irão comprar vão presentear as mães. No entanto, 32% dos consumidores irão presentear mais de uma pessoa nesta data. As sogras e avós entram na lista com 35% das menções.

Quando comprarão?
70% dos entrevistados disseram que lembram de comprar o presente em função da proximidade da data comemorativa. Por conta deste comportamento, 74% farão a compra do presente na semana do Dia das Mães, sendo que 19% deixarão para a última hora (na véspera ou mesmo no dia). Por outro lado, 26% disseram que compram duas semanas ou mesmo em até um mês antes.

Onde comprarão?
87% dos consumidores irão comprar os presentes de Dia das Mães em Lojas Físicas (destes, 47% em Lojas de Rua). Outros 36% irão recorrer às Lojas de Shoppings, 14% aos Grandes Magazines e 3% em Supermercados e Hipermercados. 13% farão a compra pela Internet.

O que comprar?
60% comprarão itens de uso pessoal para presentear neste Dia das Mães (vestuário, calçados, cosméticos, etc.). Destes, 30% referem-se especificamente à compra de itens de vestuário, 23% perfumaria e acessórios e 7% joias e relógios. Outros 15% irão comprar móveis, eletrodomésticos e itens para casa. Outros 11% itens relacionados a entretenimento (jantar, livro, viagem). 7% flores. 4% celular ou smartphone. E 1% eletrônicos e itens de informática.

Valor gasto e meio de pagamento
76% pretendem gastar até R$ 200 com a compra do presente para o Dia das Mães, percentual que permaneceu estável com relação à mesma data passada. No geral, o consumidor irá gastar em média R$ 191 com o presente, contra R$ 196 comparado ao ano de 2018.

68% dos consumidores irão comprar o presente do Dia das Mães e pagar à vista (mesmo % registrado em 2018). Destes, 42% farão com o débito e 41% com dinheiro em espécie. 16% farão uso do cartão de crédito sem parcelamento e 1% por meio de boleto.

Pagar à vista ou a prazo
Outros 32% irão comprar os presentes de Dia da Mães e optar por parcelar o valor gasto. 88% utilizarão o cartão de crédito, 9% do carnê e boleto e apenas 3% o débito programado em conta.

Não vou comprar porque…
32% dos consumidores entrevistados pela Boa Vista afirmaram que não irão comprar presentes neste Dia das Mães. 50% porque estão endividados ou sem condições financeiras (em 2018 eram 47% nessa condição). 15% porque estão desempregados (contra 19% no ano passado). 15% porque não costumam presentear nesta data e outros 20% por outros motivos.

Metodologia
A pesquisa Hábitos de Consumo – Dia das Mães 2019, da Boa Vista, utilizou metodologia quantitativa, feita por meio de sondagem via internet (questionário eletrônico). Foi realizada com cerca de 1.200 respondentes, de diferentes regiões do país, entre 5 e 24 de abril de 2019. Para a leitura dos resultados considerar 95% de grau de confiança e margem de erro de 2,8%.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

A nova juventude

João Vítor Perozzo | Curador de Conteúdo da Elri Net

 

De acordo com pesquisa publicada pela Euromonitor, há uma tendência no comportamento do consumidor que é extremamente relevante discutir sobre. Com o aumento significativo para a expectativa de vida – num panorama global, os idosos estão encarando o processo de envelhecimento não mais como algo a ser temido ou negado, mas sim abraçado e, principalmente, conversado sobre.

Os novos velhos

A geração nascida entre 1946 e 1964, também conhecidos como Baby Boomers, não se identifica enquanto idosa e não quer ser tratada como. Tudo isso, pensando na forma tradicional de tratar uma pessoa que atingiu a melhor idade. Esse público está buscando uma atualização constante e não fica para trás quando se trata da tecnologia, de aplicativos ou redes sociais.

Essa mesma pesquisa cunhou o termo Age Agnostic – Agnóstico de Idade, em tradução livre – que significa que esse público não acredita que o envelhecimento tenha qualquer relação com “piorar” o estilo ou qualidade de vida. Os Baby Boomers estão ajudando o mundo inteiro a dar um novo significado ao que entendemos por tornar-se idoso.

Esse público está procurando produtos e serviços que ajudem a manter sua jovialidade mental e física, sem tentar alterar o que tem, apenas sendo e aparentando sua melhor versão. Isso é abraçar e viver a melhor idade, de fato.

Comportamento pra lá de jovem

35% dos Agnósticos da Idade concordam ou concordam fortemente com o ideal de curtir a vida sem precisar se preocupar com o futuro. Essa porcentagem chega a ser maior do que é apresentado na geração Z (nascidos a partir de 1995).

Embora tenha o pensamento jovem e a sede de mudança, essa faixa etária ostenta uma média salarial acima de todas as demais. A pesquisa mostrou, ainda que, os Baby Boomers, estão em cargos de chefia ou herdaram valores significativos de seus pais e apresentam um salário 28% maior que o grupo mais próximo. A pesquisa ainda aponta que esse grupo terá um crescimento financeiro considerável (entre 22% e 26%) até 2025.

Vendo por esse lado, os Agnósticos de Idade são um grupo demográfico altamente lucrativo para o marketing de compras discricionárias. Alguns exemplos de negócio que tem uma alta taxa de aceitação são: de casas de férias, relógios de luxo, suplementos nutricionais, tratamentos de beleza e um vasto espectro de produtos e serviços Premium.

Nas palavras de uma especialista

            Zandi Bremner, chefe de Inovação do Cliente, afirma que é fundamental ter uma abordagem emocional acerca do envelhecimento. O ideal é fazer com que os serviços e produtos tornem-se mais universais e acolhedores.  A consultora recomenda aceitar todos na criação de design universal entre gerações, abrindo mão de conceituações óbvias. As empresas devem abordar o envelhecimento demográfico em aproximações sutis e diferenciadas, afastando-se da segmentação que os enxerga apenas como velhos.

DIA DAS MÃES: 10 Ideias de Vitrine para os 5 Tipos de Mães!*

Luiza Issler | Vitrine Perfeita

É fundamental caprichar na vitrine de dia das mães! Esta é uma das principais datas do varejo e é necessário se dedicar na organização da vitrine para representar os mais diversos tipos de mães.

Apesar de ouvirmos que “mãe é tudo igual”, cada mãe tem um estilo diferente.

Existem muitos tipos de mães e cada uma delas pode ser representada de maneiras variadas na vitrine da loja.

Para dar uma ajudinha, preparamos cinco perfis diferentes de mamães com algumas dicas para otimizar a sua vitrine de dia das mães e encantar os clientes.

Ahhh… e um detalhe importante: os clientes no dia das mães são os seus filhos!

Por este motivo, a Comunicação (um dos 3 Pilares de uma Vitrine de Sucesso) precisa fazer com que os filhos se identifiquem com o perfil da mãe que está na vitrine. Preste bastante atenção neste detalhe!

Dito isso, vamos falar dos 5 tipos de mães e as 10 ideias de vitrine de dia das mães!

Veja aqui cada tipo de mãe e assista ao vídeo que a Luiza preparou para você:

Afrouxa a gravata, tira o salto alto e senta aí. Não podemos adiar essa conversa.

João Vítor Perozzo | Curador de Conteúdo da Elri Net

Há não muito tempo atrás, para entrar em contato com uma empresa, era necessária muita paciência. Em outras palavras, entrar em contato com algum negócio ou marca era uma dificuldade enorme. Era sortudo aquele que tinha um processo de pós-venda e/ou atendimento qualificado.

As empresas conversavam entre si (Business to Business – B2B) ou com os clientes (Business to Clients – B2C). Tudo isso ocorria por meio de uma comunicação quadrada, lenta e morosa.

 

Até quando?

A era digital está nos ajudando a questionar diversos processos de relacionamento com o cliente. O principal é a maneira como nos relacionamos com o cliente.

Se, antigamente, a gente tinha que caçar o cliente por meio de técnicas intrusivas, hoje nós temos que fazer com que o cliente se sinta atraído pela sua marca. Imagine quantas marcas e empresas vendem produtos similares ou idênticos ao seu. Qual diferencial vai atrair o cliente?

A resposta para essa pergunta, em basicamente todos os casos, é a experiência do consumidor. A gente precisa deixar o consumidor se sentindo à vontade e bem assistido, o resto ele faz por conta.

 

Como melhoro isso?

Lembra de quando falamos da morosidade de estar em contato com uma empresa? Foque nisso:

Hoje em dia, nenhum consumidor (ou até mesmo empresa) quer se comunicar de uma forma blocada ou densa. Antes mesmo de falarmos em empresas, consumidores ou outras nomenclaturas, temos que entender que sempre há uma pessoa responsável por realizar essa comunicação.

Ou seja, são pessoas falando com pessoas (Human to Human – H2H).

E como humanos, queremos ter um atendimento humanizado. Isso implica em conversar pelo WhatsApp, ou o que facilitar o atendimento para o cliente; ter uma conversa informal sobre possíveis melhorias que a empresa pode adotar e saber que a nossa opinião pode ser escutada.

Casos como o de Mariane Fonseca, cujo cachorro comeu seu cartão de crédito, ocorrem todos os dias. No entanto, a marca que for compreensiva e humana com seus clientes, se destaca infinitamente mais do que as demais.

E sabe qual a melhor parte de tudo isso? Não custa caro para ser legal e compreensivo com o próximo!

 

Fonte e inspiração: <http://exclusivo.com.br/_conteudo/2018/06/colunistas/roberta_ramos/215535-esqueca-o-b2c-o-momento-agora-e-do-h2h.html>

Páscoa: dicas da Boa Vista para curtir a data, com economia


Pesquisar e comparar preços, substituir itens e até mesmo ir às compras com antecedência são algumas das recomendações para os que pretendem aproveitar este momento

15 de abril de 2019 – As datas comemorativas são boas opções para reunir a família e os amigos, para descansar e viajar, mas também podem pesar no bolso, principalmente se a atividade programada envolver algum gasto extra. Como a Páscoa está chegando, e para que o consumidor não deixe de aproveitar devido a essas despesas não previstas, a Boa Vista tem algumas dicas.

Pesquise e compare preços

Antes de ir às compras, pesquise e use aplicativos para comparar preços. Para compras em lojas físicas, pechinche e busque por bons descontos, consultando o valor em mais de um estabelecimento.

Substitua itens

Veja a possibilidade de substituir o tradicional ovo de páscoa por barras de chocolate, ou mesmo uma caixa de bombom. É possível economizar bastante fazendo uma pequena alteração como essa.

Faça você mesmo

Que tal usar a criatividade e colocar a mão na massa? Pesquise preços de produtos para fazer os ovos de páscoa em casa e veja se vale a pena. É possível até ganhar uma renda extra, vendendo os ovos para amigos e familiares. Você pode transformar essa atividade em um momento de confraternização na família, envolvendo principalmente as crianças.

Antecipe-se

Não deixe para fazer as compras de Páscoa muito perto da data. Pesquise com antecedência e quando encontrar produtos com bons preços, compre e deixe guardado para a comemoração. Assim você garante que pagará menos, com mais qualidade e tranquilidade na hora de selecionar. Isso vale para os tradicionais chocolates, o bacalhau ou qualquer outro item comumente consumido nesse período.

Onde comprar

Se for fazer o almoço de Páscoa, para produtos frescos e com bom preço, busque feiras livres. Para itens em grandes quantidades, busque redes atacadistas. E para itens mais caros, veja a possibilidade de encomendar com antecedência, assim, além de garantir preços melhores, você evita passar por apertos com a falta de algum produto.

Compartilhe

Se for oferecer ou participar do almoço, sugira uma divisão entre os participantes. Faça uma lista de compras com todos os itens necessários, para ter uma base de quanto vai gastar, para que todos possam contribuir com uma parte do valor. Isso pode valer também para os ovos de Páscoa: na compra de um número maior de unidades, algumas lojas podem dar bons descontos. Nesse caso, você pode fazer a compra em conjunto com familiares ou vizinhos.

Para mais dicas de como fazer seu dinheiro valer mais acesse: www.consumidorpositivo.com.br

Boa Vista identifica aumento na intenção de compra para a Páscoa

A pesquisa observou ainda que 48% dos entrevistados pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 200.

Cresceu em três pontos percentuais (3p.p) a intenção do consumidor em gastar mais nesta Páscoa em relação ao ano anterior (de 31% passou para 34%), conforme constatou a Boa Vista em sua Pesquisa sobre Hábitos de Consumo para a Páscoa.

Realizado com pouco mais de mil respondentes, ao longo do mês de março, o levantamento da Boa Vista identificou ainda que 45% irão manter o padrão de gastos na comparação com o ano passado (em 2018 eram 43%), e outros 21% gastarão menos agora (eram 26%).

A pesquisa também identificou que 48% dos entrevistados pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 200 com as compras de Páscoa. Outros 47% disseram que gastarão até R$ 50 por presente e 5% apenas acima de R$ 200.

Dos entrevistados, 81% disseram que pagarão as compras de Páscoa à vista. Destes, 53% utilizarão dinheiro, 32% o cartão de débito, 14% o cartão de crédito (parcela única) e 1% o carnê/boleto.

Por outro lado, dos 19% que pagarão de forma parcelada as compras realizadas nessa Páscoa, 92% utilizarão o cartão de crédito (eram 87% em 2018) para pagar as compras. 6% o carnê/boleto (eram 12% em 2018) e 2% a função de débito programado (era 1% em 2018).

Ovo de Páscoa X Bombom

27% pretendem substituir o ovo de Páscoa por bombons como opção de presente nesta Páscoa. No ano passado, 20% dos entrevistados fariam esta substituição. Outros 49% ainda pretendem seguir a tradição e presentear com Ovos de Páscoa (contra 54% em 2018).

59% dos consumidores levarão em conta o preço dos produtos para tomar a decisão de compra (contra 57% em 2018). Outros 32% levarão em conta a qualidade (contra 35% em 2018). Lançamentos e novidades, embalagem e formato também serão levadas em conta e que irão influenciar na compra, por parte da minoria dos entrevistados.

Para 37% dos consumidores entrevistados pela Boa Vista, Páscoa é uma data que gera despesas extras no supermercado (6p.p. abaixo que em 2018), além de gastos com alimentação fora de casa (5%) e gastos com viagens (8%).

Compra de outros itens
Dos entrevistados, 57% farão compras de outros itens, além dos tradicionais presentes de Páscoa. Dentre estes, destacam-se despesas com alimentação (63%), itens para a casa (21%), lazer/viagem (11%) e brinquedos (5%).

57% gastarão entre R$ 50 e R$ 200 com a compra de outros itens que não sejam relacionados à Pascoa. 20% gastarão até R$ 50 e 23% valores acima de R$ 200.

76% dos pagamentos destes outros itens, além dos relacionados à Páscoa, serão pagos à vista. 24% deles parcelados. Estes números permaneceram praticamente estáveis na comparação com 2018. Destes, 52% em até 2 vezes, 29% em até 3 parcelas e 19% em quatro ou mais parcelas.

Metodologia

A Pesquisa Hábitos de Consumo para a Páscoa, elaborada pela Boa Vista, entrevistou 1.036 pessoas no período de 12 a 29 de março de 2019, em todo o país. O universo é representado por consumidores que buscaram informações no Consumidor Positivo da Boa Vista, assim como do mercado. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 95% de grau de confiança e margem de erro de 3p.p, para mais ou para menos.

PALAVRA DA PRESIDENTE | O futuro do varejo é agora

Idalice Manchini | presidente do Sindilojas Caxias

Ressignificar nossas estratégias é essencial para determinar o rumo do crescimento nos negócios. Acredito que nossas decisões impactam no dia a dia e por isso precisamos estar atentos à conjuntura econômica, social e política sempre com o olhar voltado para oferecer o melhor para os nossos clientes, conquistando com novidades e inovação. Nós, aqui no Sindilojas Caxias, temos 65 anos de uma história que nos orgulha pelos espaços que conquistamos na defesa do desenvolvimento do comércio e, ao mesmo tempo, nos permitimos buscar incessantemente projetos e ações relevantes para a nossa categoria. Propiciamos espaços de interação e aprendizado porque acreditamos que a melhor forma de fortalecer os empresários é criar espaços de troca de informações e de contatos.
A era digital vivenciada por parte do comércio já é uma realidade e tem contribuído para fidelizar e conquistar novos clientes. Pensando no futuro, é nosso papel também atuar para auxiliar o comércio varejista a investir no marketing, por meio do reconhecimento da presença digital como meta para motivar e melhorar as vendas na loja física.
Acreditamos que esse é um caminho inevitável a trilhar a partir de agora. As novas tecnologias, a experiência da interação e ações que cooperem para entregar aos clientes soluções são algumas iniciativas para melhorar o atendimento e a vivência do cliente em nossas lojas.
A tecnologia está fazendo pelo nosso cérebro o mesmo que as máquinas fizeram pelos nossos braços na revolução industrial. A vida hoje é melhor. Puxada, dinâmica, competitiva, mas melhor. O ser humano se diferencia pela sua capacidade de pensar, raciocinar, tomar decisões e isso nos tornou soberanos.
Pela primeira vez na história, o progresso tecnológico está atuando justamente naquilo que mais nos diferencia das demais espécies. Ou seja, na capacidade única e fundamental da nossa inteligência.

E nos mantém relevantes e indispensáveis à economia.

 

No dia da mentira, a gente vai falar sobre verdade*

Os jovens que nasceram após o ano de 1995 são identificados enquanto Geração Z. Essas pessoas, desde seu primeiro respiro, vivem em um ambiente em que a World Wide Web é uma realidade constante. Diferentemente de gerações passadas, esse grupo enxerga e presencia a realidade no plano físico e virtual. Se para Baby Boomers, Geração X e Millenials o virtual era um oposto ao físico, a Geração Z aceita como complemento.

Desde pequenos, eles foram impactados por centenas de milhões de estímulos, o que os tornou seres extremamente complexos e múltiplos. Isso se reflete na maneira como eles se relacionam consigo mesmo e com os outros, deixando como valor máximo a verdade.

O que é essa verdade?

Para a geração da verdade, apelidada de TrueGen, isso está diretamente ligado à identidade pessoal da pessoa. Todos devem se permitir viver sua verdade, seu estilo e sua complexidade.

Os integrantes da Geração Z quase nunca se consideram algo de maneira fixa. Para eles, é importante viver uma constante experimentação sexual, identitária e de expressão. Outra característica marcante é apoiar a liberdade religiosa, o direito de escolha sobre o próprio corpo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, entre outros.

Essa geração é altamente inclusiva. Os TrueGen estão cunhando a cultura da soma, ou seja, eles estão substituindo o termo “ou” por “e”.

Abram alas ou essa geração vai passar por cima

Visto que esses jovens instigam a verdade uns nos outros, eles querem consumir a verdade de marcas e empresas. De nada adianta comunicar, se a ação não é condizente. É importante que as empresas se relacionem em um nível pessoal com esses jovens, admitindo seus erros e tendo um viés além do econômico. A era em que a transparência era uma opção chegou ao fim.

De acordo com pesquisa publicada pela Box 1824, 87% dos entrevistados deixam de comprar produtos de empresas envolvidos em escândalos éticos. Desses, 57% advogam contra essas marcas.

Investir na singularidade é entender a beleza da multiplicidade e complexidade dos TrueGen. 63% dos entrevistados defendem todas as causas ligadas à identidade (de gênero, etnia, sexual etc). Voltar-se para essa geração implica em abrir mão do pensamento de larga escala e trabalhar com a personalização de produtos, já que 50% desse público está disposto a gastar mais por um produto personalizado.

E isso só nós leva de volta para o mesmo ponto. Investir na verdade da sua marca e na verdade do seu cliente é o único investimento possível para a TrueGen abraçar sua empresa.

E você: está preparando para abrir o jogo de vez e escancarar sua verdade sobre a mesa?

Fonte e Inspiração: http://pontoeletronico.me/2018/true-gen-a-geracao-da-verdade/

 

Empresários, mais otimistas, esperam faturamento maior em 2019, aponta pesquisa da Boa Vista

 

A pesquisa comparou ainda variáveis determinantes para a saúde das empresas como a inadimplência, o endividamento e o investimento previsto para este ano

18 de março de 2019 –  Os empresários brasileiros estão mais otimistas com relação ao faturamento que esperam ter em 2019. É o que constatou a pesquisa Perspectiva Empresarial realizada pela Boa Vista. De acordo com o levantamento feito ao longo do último trimestre de 2018, 46% dos cerca de mil entrevistados disseram esperar um provento maior este ano, contra 37% dos que tinham essa mesma perspectiva no ano passado. Para outros 22% o faturamento não deverá mudar e para 24% irá diminuir em 2019. O gráfico a seguir completa estes números.

Faturamento em 2019: %

“Com um cenário econômico um pouco melhor do que nos anos anteriores, no qual temos juros mais baixos e mais postos de trabalho, esperamos uma retomada do consumo de modo mais intenso, o que deve refletir em uma melhora na condição de pagamento dos consumidores, especialmente dos que estão com contas em atraso, que acabam saindo do cadastro de inadimplentes e voltam a comprar”, analisa o economista da Boa Vista, Flávio Calife.

A pesquisa também observou um crescimento em 4p.p. (pontos percentuais – de 34% para 38%) entre os empresários que preveem um investimento maior em seus negócios este ano. Outros 29% acreditam que os investimentos ficarão no mesmo patamar do que em 2018 e 27% que os investimentos serão menores.
Aproximadamente 1/4 das empresas (26%) disseram que acreditam na diminuição da inadimplência para este ano. Por outro lado, para outras 36% a inadimplência ficará igual, e para 28% apresentará crescimento.

Na comparação com os respondentes do 4º Tri de 2017, cresceu de 24% para 39% o percentual de empresas que preveem um endividamento menor em 2019. 30% delas declararam, por sua vez, que estarão com dívidas iguais às de 2018, e 19% mais endividadas agora. A tabela contém os detalhes.

Endividamento em 2019: %

A pesquisa também identificou um crescimento de 16p.p. entre os empresários que não pretendem demandar crédito em 2019, na comparação com 2018. Ou seja, 54% das empresas entrevistas no 4º Tri/18 apontaram que não demandarão crédito, contra 38% registrados no 4º Tri de 2017. Por outro lado, ainda para este ano, outras 33% delas declararam que irão demandar crédito, contra 39% no mesmo período de 2018.

Das 33% que demandarão crédito em 2019, 44% afirmaram que o recurso será usado para realizar novos investimentos. Este percentual era de 35% no 4º Tri/17, um crescimento de 9p.p. Já 28% vão usar o crédito para alavancar capital de giro (eram 37% em 2018). Outros 28% vão usar para pagar empréstimos e dívidas em geral com credores (mesmo percentual do 4ºTri/18).

Ainda entre os 33% das empresas que demandarão crédito em 2019, saltou de 27% para 37% aquelas que acreditam que irão pagar mais caro por isso, ou seja, que as taxas serão mais elevadas do que as praticadas em 2018. Já 25% esperam pagar valores iguais aos de 2018, e 38% taxas menores.

Metodologia
A pesquisa Perspectiva Empresarial da Boa Vista utiliza metodologia quantitativa com coleta de informações por meio eletrônico via internet. É trimestral, e mostra o evolutivo 2017 e 2018. O seu universo é representado por empresas do Comércio (atacadista e varejista), Serviços (Instituições Financeiras e Construção Civil), Indústria, Construção Civil e Instituições Financeiras. Neste levantamento, foram entrevistas pouco mais de mil empresas. Para a leitura geral dos resultados, considerar 95% de grau de confiança, e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.