Tendências de Quem para Quem? Você entende o seu cliente?

Entender de fato seu cliente é saber que nem todos os estilos e produtos serão vendidos em sua loja.
A velha máxima do marketing, Classe A, B, C, Z ou idade há muito não valida mais perfis. Afinal, luxo é parcelável, a idade não identifica uma personalidade etc.
Por este motivo, a análise crítica é um grande passo para a escolha de mixassertiva. Se você, empresário, nunca pensou dessa forma, comece hoje.
Nem todos os estilos, nem todas as tendências, nem todas as marcas.
A análise feita é mais ou menos assim: a novela dita moda, sim, mas quem é a personagem? Ela identifica o perfil do negócio?
Quanto à merchandisação: novamente, ela deve se identificar com o tipo de cliente. Lojas mais descoladas, como Diesel, expõem seus jeans em ganchos, servidos por lavagens em expositores de lata. É a cara da sua loja? A Le Lis Blanc tem aroma de flores, alia objetos de decoração, maquiagem e roupas e “monta” o closet da sua cliente. Top Shop e Anthropologie contam miniestórias focadas nos momentos de vida da cliente descolada.
A Hemb Porto-alegrense atende o homem contemporâneo. A loja está cheia de espaços convidativos e de produtos que abraçam o cliente. Impossível não amar!
A nova ideia é vender roupas, acessórios, conceito, música, cheiro e objetos que tenham a ver com o público. Ambientado de forma que ela não queira sair mais. De nada adianta ter tudo para todos, achar bonito e diferente um método de para tudo. Foque e se especialize.

De nada adianta ter tudo para todos, achar bonito e diferente e expor um mix infinito, sem personalidade.

Foque e se especialize. Mudar araras, prateleiras, contando estórias coordenadas, possibilita a compra rápida e qualificada. Programar a merchandisação a partir da compra e não depois de tudo comprado, senão será impossível oferecer coleções. Você continuará oferecendo muito mix e pouca qualidade.
Quais são os produtos que fazem o seu diferencial. Esses não podem faltar. Depois cruze o básico com a moda sempre em cima do seu “assortment”.
Dê uma fugida ao mercado, avance as ideias. Fazer concorrência está em visitar novos mercados para “ abrir a mente” e achar soluções para o cliente que faz a sua loja acontecer.

Artigo escrito por Cristiane Ribas Machado – Diretora de Varejo da Ribas Rinaldi Consultoria

Resumo: A nova ideia é vender roupas, acessórios, conceito, música, cheiro e objetos que tenham a ver com seu público. Ambientado de forma que ela não queira sair mais. Foque e se especialize.

REFORMA RÁPIDA É POSSÍVEL!

by Cláudia Schmitt Barbosa

O prazo curto é sempre um fator decisivo na organização de uma obra de uma loja. O estabelecimento fechado não rende, não lucra e ainda gera apreensão na equipe de vendas.
Porém, com uma organização afinada, pode-se revitalizar uma loja em curto prazo. O importante é fazer um projeto detalhado com uma equipe experiente que irá definir cuidadosamente o que deverá ser mudado, sempre pensando em melhorar o ambiente e valorizar as mercadorias. Após isso, é deixar tudo pronto aguardando a data de instalação e pronto.
Uma loja pequena, como esta do vídeo, conseguimos reformar em apenas 7 dias – Assista o vídeo e confira!

Estilos de vida, novos “seguidores”, moda e conceitos. Varejo: esteja presente!

Artigo por: Cristiane Ribas Machado – Diretora de Varejo da Ribas Rinald Consultoria

 

A evolução dos estilos é uma das coisas que mais me fascinam no estudo do comportamento do consumidor.
A característica de cada pessoa, invadindo o seu jeito de escolher, de comprar, de atualizar-se, de inovar. Até mesmo os ditos mais conservadores estão dispostos a avaliar suas escolhas diárias. Nada declarado, obviamente.

Nós, consumidores, nos deparamos constantemente com novos desejos, novos opções de produtos e serviços. Sem nos darmos conta vamos modificando, desejando, consumindo.
O comércio varejista, de todos os segmentos, deve fazer esta leitura e rapidamente lançar novas possibilidades, novos conceitos de produtos e ações comerciais para tirar os seus “seguidores” da linha de conforto e fazê-los consumir!
Há quanto tempo, por exemplo, o estilo esportivo invadiu a moda, do mais clássico ao mais lançador de conceitos , este mix invade as passarelas, vitrines e escolhas, sem precedentes.
Neste último fim de semana, o showbusiness mundial foi invadido pelo show mega produção de Justin Timberlake, no Super Bowl, e ali, mais uma vez, quem ataca?
Moda e consumo. Não estou aqui avaliando o show e a performance, mas sim despertando o olhar atento dos varejistas e seus conceitos.

 

Stella McCartney, estilista queridinha dos descolados, desenhou, exclusivamente, para o show e arrasou! Pergunto: ela vendeu ou avançou ainda mais a sua imagem? Respondo: os dois!
Muitas vezes, essas decisões levar a estar presente. O poder da imagem desperta desejos de consumo ainda mais atraentes!

 

 

Ah, mais uma coisa: ”Dona” Nike, esta sim arrasou neste show… O tênis usado por Justin, criação de um de seus designers Tinker Hatfield, esgotou em cinco minutos no site da marca. Ainda há similares por cerca de 1.600 euros em alguns sites.
Presença, estilo, agilidade, novidade, ação! Assim se conquista seguidores, palavra muito maior do que clientes ativos, que acham?

Quatro temas para ver, aprender e copiar na NRF 2018 em Nova Iorque

Jornal do Comércio | Patrícia Comunello

Realidade aumentada, telas onde cliente interage (foto) e leitura facial estão em pauta NRF/DIVULGAÇÃO/2018 – Jornal do Comércio

A NRF2018 é considerada o maior evento de varejo do mundo. Os organizadores da missão gaúcha de empresários e entidades como Sebrae-RS e Sindilojas Porto Alegre listaram os temas que vão dominar o evento e que já estão no visor de varejistas e da indústria que está por trás de muitas soluções. São quatro tópicos que devem canalizar a atenção de empresários e gestores. O gerente de indústria e comércio do Sebrae-RS, Fábio Krieger, listou os assuntos experiência do consumidor no ponto de venda, integração on-line e off-line, parcerias estratégicas e ambiente físico da loja ou serviço.

Fique por dentro de cada um:

1. Experiência: cada vez vai se ver e se usar mais recursos de realidade aumentada, reconhecimento facial que capta e processa informações do consumidor dentro do ponto e formas de fazer a personalização das entregas de acordo com o tipo de cliente. Lugar de maior inovação, que mexerá na cultura da interação, ambientes multitelas que vão se conectar com o celular ou outro dispositivo em poder do consumidor para atendê-lo ou guiá-lo nas suas escolhas.

2. Integração on-line e off-line: o e-commerce cresce cada vez mais e impõe que os negócios integrem os dois mundos e saibam como aproveitar o que cada canal oferece para ampliar vendas econhecer mais o cliente.

3. Parcerias estratégicas: a loja não é mais uma só, é multimarcas – de negócio. O varejo proprietário abre espaço para outros segmentos, tudo no mesmo espaço físico. O efeito é somar e ampliar a atratividade para os clientes. Exemplo: um salão de beleza que vende cervejas e celulares.

4. Ambiente físico: loja com fluxo de disposição de produtos e mobiliária que se ajusta ao perfil dos clientes. Mobilidade para adaptar layouts é a palavra aqui. Krieger admite que muitas das inovações estão ainda distantes da realidade dos negócios brasileiros. “É tendência, não significa que é para todos”, previne o gerente do Sebrae-RS. “Mas quem for conhecer pode se inspirar nas soluções sim”, provoca Krieger. Exemplos com pegada mais high-tech, como os tópicos ligadas à eperiência, exigem disponibilidade de soluções, sistemas, estrutura e serviços de comunicação – como a simples conexão a redes de telefonia e dados com eficiência e preço acessível.

E o Brasil ainda tem muito a melhorar. Agora um assunto que está em meio aos quatro tópicos é a gestão de pessoas. Como ter recursos humanos que ajudem a alavancar o negócio é um desafio não só para empresas gaúchas, mas em todo o lugar. O gerente do Sebrae-RS diz que pesquisa da NRF divulgada na edição de 2017 apontou que as empresas que valorizam os funcionários, antes mesmo de pensar nos clientes, conseguem alcançar mais resultados e mais rapidamente. E não é só com bom salário ou outras formas de remuneração que se faz isso. Este aspecto pesa, mas Krieger elenca que as marcas que estão fazendo bem isso conseguiram êxito melhorando o relacionamento e o ambiente onde as pessoas trabalham. “No Brasil, é muito comum a gente ouvir que o empresário não vai investir no funcionário, pois ele fica pouco tempo. E quando ficava mais tempo não investia. Estamos vendo algumas mudanças, com iniciativas para ter pessoas mais motivadas”, pontua o gestor.

A moda por um fio: “fios de uva”

Artigo por: Cristiane Ribas Machado – Diretora de Varejo da Ribas Rinaldi Consultoria e Treinamento

A moda sustentável está cada vez mais perto de nós consumidores comuns! Vide as grandes empresas do varejo internacional, do luxo ao fast fashion, que estão super atentas e preocupadas com o ciclo natural de suas coleções. Com foco definido no lifestyle de seus clientes, não apenas prometem, mas cumprem em tornar o ciclo produtivo menos poluente, mais sustentável!
As ações são várias e não param. Não voltam atrás.

A exemplo disso, a H&M – rede sueca de fast fashion, com mais de 3 mil lojas (Sim! Eu disse 3 MIL lojas espalhadas pelo mundo), há algum tempo coloca à disposição dos clientes, em suas Flagships, coletores de roupas sem uso, com boa, péssima ou má qualidade, incentivando consumidores a fazerem parte do processo produtivo, transformando essas peças em fios para fabricação de novas coleções. LINDO, hein?!!!

A Campanha intitula-se: “Bring it On”; inspirem-se com o vídeo!

No Brasil, a RENNER começa a comercializar coleções eco e promete aumentar cada vez mais produtos ecofriendly em suas coleções.
Além de atingir novos consumidores conscientes, as empresas estão preocupadas em “reorganizar” sua parte no planeta. “BOA SORTE!”
Negócios e benfeitorias à parte, em Milão, na Itália, a VEGEA ganhou um dos prêmios mais importantes de INOVAÇÃO, do MUNDO. Usou na produção de um novo material, denominado couro vegetal, cascas de uva, talos e sementes extraídas da fabricação do vinho.
O material é produzido sem usar uma gota de petróleo, sem o uso de substâncias poluentes, sem consumo de água e sem uso animal. A ideia super original foi de Gianpiero Tessitore, fundador da Vegea Ltda. 

Bolsas da Coleção da VEGEA! LUXO PURO!!!

A matéria-prima, nem preciso dizer, é altamente escalonável, sendo assim, quem sabe, num futuro próximo, a fibra ou o processo produtivo fica acessível a todos os bolsos? Vamos torcer. A coleção está incrível!
Curte aí o vídeo de lançamento. 

 

 

Como transformar pequenas lojas em pontos de experiência?

*Cláudia Schmitt Barbosa
 

Muito se tem falado em lojas como pontos de experiências (PDX) e que o ponto de venda (PDV) tradicional morreu. A loja deve se transformar e não ser mais do que apenas um lugar para comprar produtos, trabalhando as percepções, sentimentos e expectativas do consumidor durante e após o consumo.

Mas para os pequenos lojistas, muitas vezes, é difícil se posicionar e entender o que isso quer dizer e, acima de tudo, como aplicar.

Afinal, como podemos transformar pequenas lojas em pontos de experiências?

Primeiramente, temos que estabelecer quem queremos encantar. Definir quem é o nosso público- alvo, mapeando hábitos, necessidades e, criativamente, prever onde podemos encantar e envolver. Às vezes, essa experiência está em pequenos gestos, gentilezas, como um bilhete de agradecimento colocado junto à compra, que surpreende o cliente.

Rede de lojas Bonneterie – focado no cliente em cada detalhe do espaço da loja e da atenção do lojista.

Após definir nosso alvo, temos que focar na nossa própria identidade, pois o negócio não pode ser mais do mesmo. Temos que nos diferenciar para o consumidor escolher a nossa loja e não a do vizinho, pois, muitas vezes, os produtos são os mesmos, e o diferencial tem que estar no nosso espaço físico.

As cores, matérias e estilo do espaço ajudam a definir a nossa imagem, a nossa marca e a traduzir a identidade do nosso negócio. O ambiente da loja tem que ser envolvente para que o consumidor permaneça mais tempo e se sinta à vontade para testar e experimentar os produtos. A arquitetura da loja tem que favorecer essa degustação, oferecendo uma boa exposição, valorizando produtos, evidenciando itens em destaque e tendo uma ambientação envolvente. Para completar, é fundamental ter vendedores capacitados para responder dúvidas e questionamentos efetivando as compras de uma maneira sutil, transformando o consumidor em cliente, engajado em divulgar a tua marca.

Nessa hora, devemos tirar partido de sensações únicas do ser humano, como sons, aromas, tato e visão, pois essas características são prazerosas para os consumidores e deixam suas marcas de forma única.

Rede de lojas Basic Store Kids – identidade forte com elementos de arquitetura salientados, como layout, cor e decoração.

Por fim, é fundamental ser criativo e testar o inusitado. Não fique preso aos modelos existentes. O espaço físico da loja deve ser mutante para abrigar novas atividades e ações, estreitando laços e fidelizando os clientes.

O cliente cansou do “mais do mesmo”: o desejo pelo novo modifica hábitos de consumo na moda, na arte, na vida

Artigo: Cristiane Ribas Machado – Diretora de Varejo da Ribas Rinaldi Consultoria cribasmachado@gmail.com

Foto: Assessoria Fotográfica – Dani Villar

Tecnologias e crises à parte, a moda, a arte e a vida seguem o seu curso, inspirando e fornecendo a sua energia inovadora, colorindo e desafiando os nossos dias turbulentos!
Há algum tempo, venho sonhando acordada acompanhando o fabuloso designer da Gucci Alessandro Michele, jovem, louco, criativo! Amo-o!
Além de lançar nas passarelas peças bem cortadas, alfaiatarias e estampas incríveis, num mix colorido e exclusivo, sem medo de ser feliz, a marca, inebriada por novidades, lança neste final de ano uma coleção de camisetas especiais para brindar os clientes com novas energias.
Convidou o artista espanhol IgnasiMonreal, surrealista, para ilustrá-las, tornando estas camisetas peças de colecionadores. Vibrei! Não estou fazendo propaganda, como pode parecer, quem dera…
Quero, na verdade, lembrar-lhes que minicoleções, coleções cápsulas lançadas em momentos especiais, encantam clientes! Inovam suas vidas! Geram resultados inesperados. Movimentam seus negócios. Isso é mercado em ebulição! O cliente está cansado do “mais do mesmo”. Você também não está?
Pare um pouco! Inspire-se! Isso faz parte dos negócios também! Acompanhe os dois últimos desfiles da marca.
Faça algo novo, fora da caixa, mas sempre seguindo essa dica: “Planeje! Meça! Corrija e foque no seu cliente, ele vai agradecer!”

Ambientes de varejo devem ser sempre vibrantes e envolventes!

by Cláudia Schmitt Barbosa

Essa vibração pode ser energética ou suave, conforme a essência da marca e o produto vendido.

No caso da venda de serviços, temos que tratar o serviço prestado como um produto e salientá-lo, expô-lo da melhor forma.

Obviamente não usaremos expositores convencionais, o ambiente como um todo deverá ser tratado como um cenário para destacar as qualidades e diferenciais do serviço prestado.

Neste caso, devemos nos atentar em enriquecer a experiência com sensações que inebriem nossos sentidos: as cores, a iluminação, o som e os aromas irão ajudar nessa tarefa.

Veja mais neste exemplo!

A Real Estratégia de Vendas

O Planejamento Comercial norteia a empresa, a meta de vendas e faz o cliente sonhar

por Cristiane Ribas Machado – Diretora de Varejo da Ribas Rinaldi Consultoria
Foto: Assessoria Fotográfica: Dani Villar

 

Em diversas consultorias, nas mais variadas áreas de atuação, deparo-me com a falta de planos estratégicos e comerciais estruturados pelos empresários brasileiros. A verdade é que a instabilidade política, social e econômica do nosso país torna-os multifuncionais, operacionais até. Une-se esta necessária sobrevivência a um nato empreendedorismo nacional.
Hoje o número de empresas cadastradas no Brasil é cerca de “6,4 milhões, sendo destas 99% micro e pequenas empresas, 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado”. (Fonte: SEBRAE)

Ora, em outros tempos, idos tempos, em que a concorrência era infinitamente menor e quando a oferta era muito maior do que a demanda, a venda, planos e estratégias eram vencidos pelo “fazer acontecer”. Lembra?
Estamos em outra era, era da velocidade máxima, ideias interconectadas mundialmente e, nesta era, a venda, sabemos, jamais será a mesma. A nova ordem é planejar ações macro, micro e fundamentadas com o foco no Cliente Real. 
Nada de novo até aqui, certo? O novo é: planeje! AJA! Certamente, a atuação verdadeira do Micro e Pequeno Empreendedor sobre esta urgência é NOVA!
A criatividade surge de análises comerciais, planos quantificados e estruturados de metas a alcançar, de entendimento nos estoques parados. Nasce das dificuldades diárias.
Quem acha que planejar é chato, desnecessário, deve se atualizar, porque não é nada disso! É criativo, norteador, revelador.
Institua o Mês do Planejamento Estratégico e prometo, que, sendo o seu negócio estruturado, os avanços comerciais nos anos seguintes serão positivos e os números terão crescimentos saudáveis.
O cliente quer sonhar, quer consumir. Sem novidades, isso não será possível e as novidades são norteadas por metas reais e alcançáveis! Planeje, foque, ganhe! Faça-o sonhar e … comprar!

 

O Valor do Compartilhamento na era do novo consumo – Artigo por Cristiane Ribas

É com enorme prazer que aceito o convite para participar deste espaço disponibilizado pelo Sindilojas Caxias. Estamos na era do compartilhamento, propósito de marca, na era da cooperação. Então, aqui estarei quinzenalmente compartilhando meu olhar sobre o varejo, negócios ou acontecimentos que nos façam pensar, repensar, criar a forma de nos relacionar com nossos negócios. Acho fascinante a trajetória histórica que o consumo está vivendo onde a era do ser, pela primeira vez, parece forte diante da do “ter”, eu disse: forte, não maior. O que isso nos diz respeito? Teorias filosóficas? Nos diz que é hora de parar e de medir resultados efetivos como faturamento, margens e giro de produtos, como sempre fizemos, mas de incluir como meta mensurável o “olho no futuro”, fundamentado na nova era. Onde consumidores estão atentos ao novo desejo do ter, mas antes de tudo de pertencer a grupos com estilos de vida inclusivos. Então, inclua uma nova meta na agenda de Planejamento de negócios do próximo ano: o que minha empresa diz para o mundo? Isto meu caro, não é mais uma atividade. Esta métrica diz respeito ao futuro de seu negócio. Pode e deve ser mensurado o valor e o propósito de sua marca, de seu negócio, existem técnicas e métodos que podem e devem ser usados para este estudo trazer-lhe resultados efetivos. Por este motivo de nada adianta copiar, adianta estudar seu negócio, entender a fundo seu cliente e surpreende-lo. Na forma de comprar, expor e criar “motivos de ida” à loja, física ou virtualmente. Frequentar, sabe? Se você empresário nunca pensou a hora é agora, aliar qualidade no sortimento, exposição de mix, ações de vendas à verdadeira razão de sua empresa. Seu cliente certamente vai entender, curtir, compartilhar e consumir sua marca com cuidado e satisfação. Quer maior valor que este compartilhamento?

Cristiane Ribas | Diretora de Varejo

Ribas Rinaldi Consultoria Foto: Assessoria Fotográfica