A revolução de “Canudos”

João Vítor Perozzo | Elrinet

Durante o ano de 2018, vimos algo inédito e pouco esperado ocorrer. Após manifestações on-line sobre o impacto negativo de resíduos plásticos no oceano, uma série de marcas mudou o seu posicionamento, de maneira radical, para agradar o público. Isso significa que as marcas estão tendo que se renovar e se adaptar para continuar no topo do mercado. A era do materialismo exagerado e do cliente visto apenas como número chegou ao fim.

Posicionar-se é sobreviver
Antigamente, apenas um grupo mínimo de marcas posicionava-se sobre algum assunto. Como, por exemplo, a preservação ambiental e o desperdício. Não apenas isso: mesmo com a cobrança do público, era difícil obter qualquer retorno de uma empresa.
Com a mudança do comportamento do consumidor, as marcas precisam se posicionar sobre o que o seu público vê como relevante. Vimos impérios, como a Burguer King, abolir o uso dos canudos e tampas plásticas em seus restaurantes. Tudo isso, pois a marca viu como vantajoso mostrar essa preocupação para com os seus consumidores.

Tendência no comportamento do consumidor
Há uma parcela, que cresce cada vez mais, de consumidores que têm consciência do impacto negativo que advém do consumo exagerado e irresponsável. Além disso, essa classe entende que esses resíduos impactam em seres humanos, animais e meio ambiente.
Por causa dessa nova forma de consumo, estilos de vida como o veganismo e produtos eco-friendly vêm ganhando espaço. Dietas vegetarianas e produtos que não promovem testes em animais também estão sendo cada vez mais exigidos.

A ética (não apenas ambiental) em destaque
Em um mercado extremamente saturado, o consumidor deixou de buscar apenas opções de qualidade. Afinal, há diversas opções viáveis para compra e consumo. Diante disso, o filtro utilizado na hora de realizar uma compra se intensificou e um dos principais gatilhos que está excluindo marcas na hora da compra é a ética.
Isso quer dizer que o consumidor está priorizando empresas e marcas que valorizem o que é bom – não apenas para si, mas também para os outros ou para a sociedade. É necessário que a empresa valorize princípios e busque a felicidade de seus parceiros, colaboradores e consumidores.
Hoje, não há mais espaço garantido no mercado para quem vende um produto ou serviço que não estejam agregados à oferta de valores como felicidade, tranquilidade, prazer, liberdade e/ou sustentabilidade.
Não basta pensar ou apresentar um código de ética, é preciso imprimir elos que aproximem pessoas que acreditam nesses mesmos valores. Más práticas ou falta de transparência são inadmissíveis para as novas gerações. Não há como aceitar esse desrespeito com o cidadão/consumidor.
Incorporar esses ideais pode renovar, de forma positiva, a imagem da empresa e sua participação no mercado. Priorizar ações e princípios éticos funciona, indiretamente, como fator motivacional interno, aumentando valor e maximizando riqueza aos olhos dos colaboradores e interessados pela empresa.

E você, já realizou uma revisão ética dos processos da sua empresa?

Projeto de lei parlamentar do Cadastro Positivo na Câmara dos Deputados

Todos os consumidores e empresas farão parte do cadastro de informações positivas de pagamento; no modelo anterior 5% da população economicamente ativa fez a adesão

21 de fevereiro de 2019 – A Boa Vista comemora a aprovação, por parte da Câmara Federal, do PLP – Projeto de Lei Parlamentar 441/2017 que tornará automática a entrada de consumidores e empresas no Cadastro Positivo, modelo conhecido como opt-out, e que proporcionará muitos benefícios ao mercado brasileiro. Com a alteração da lei, o número de participantes deve saltar de 11 milhões já cadastrados para 120 milhões de consumidores Pessoa Física e Pessoa Jurídica, dos quais cerca de 20 milhões serão de pessoas que atualmente não têm acesso ao crédito.

Com a alteração da lei, que agora segue para aprovação no Senado para depois ser sancionada pelo presidente da República, informações de pagamento de contas de serviços continuados, como as de água, energia elétrica, gás e telefonia, passam a ser consideradas no cálculo da pontuação de crédito (score). No modelo anterior, pessoas e empresas precisavam autorizar a inclusão no Cadastro Positivo. Com a mudança, todos serão automaticamente incluídos e se desejarem poderão solicitar a exclusão de seu nome desse cadastro.

De acordo com o modelo aprovado, varejistas, bancos, financeiras e empresas de serviços continuados passarão a ter de compartilhar obrigatoriamente as informações de pagamento dos seus clientes com os birôs de crédito, como a Boa Vista, que são os responsáveis pela organização dos dados do Cadastro Positivo. Importante: pagamentos feitos à vista, tanto em dinheiro quanto no cartão de débito, investimentos ou poupanças não entrarão neste banco de dados, o que garante a privacidade das informações dos consumidores e empresas.

Para Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista, a aprovação do Projeto de Lei Parlamentar que incluirá de forma automática consumidores e empresas no Cadastro Positivo é um marco histórico para o desenvolvimento do mercado de crédito no país. Ele contribuirá para a democratização do crédito com concessões mais justas; permitirá o empoderamento da população não-bancarizada; estimulará a redução da inadimplência e, consecutivamente, dos juros praticados no mercado, e ainda ajudará na expansão do crédito, tanto para consumidores que possuem ou tiveram algum débito ativo, quanto para os que não têm histórico de crédito, e que hoje não têm a chance de ter crédito aprovado.

Ainda segundo Dirceu, com o novo modelo de Cadastro Positivo a vida financeira dos brasileiros será melhor avaliada. Isso porque, a dinâmica de pagamentos dos consumidores que até então não é conhecida, passará a integrar o conjunto de informações utilizadas na avaliação do crédito. Por exemplo: se parcelas são pagas em dia ou até mesmo antecipadas, passarão a contar positivamente na análise e aprovação do crédito, o que poderá representar condições melhores de parcelas e juros do que as atualmente ofertadas.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

www.boavistascpc.com.br

Mais de sete bilhões de pessoas no mundo, mas ainda assim, você é único!

João Vítor Perozzo | curador de conteúdo Elri.net

Ao adquirir um produto ou serviço, o cliente tem o intuito de resolver um problema. No entanto, é importante que a experiência de compra seja positiva e impactante. Uma das principais formas de gerar esse impacto é fazer o cliente sentir-se único e valorizado pela empresa.
O princípio desse ideal reside no Marketing de Conteúdo.

Entenda mais sobre:
Esse segmento compreende ações que constroem e disseminem a marca. O intuito é prospectar novos leads, fidelizar clientes e gerar autoridade no mercado.
O resultado é fazer com que os clientes se tornem aliados. Afinal, a recomendação “boca a boca” sempre possuiu grande poder de persuasão. Ainda mais agora, com a ascensão de influenciadores digitais, uma marca que preza pela experiência do usuário tem grande potencial de crescimento e reconhecimento. Isso ocorre, pois o marketing de relacionamento prevê resultados em longo prazo.Visto que a empresa deve construir uma relação contínua e progressiva com o cliente.

Como eu posso fazer isso?
Se você tem o intuito de tornar um prospect em divulgador da marca, é necessário oferecer uma experiência única. Aqui vão algumas dicas que podem servir de primeiro passo para que seu cliente se sinta valorizado:

1 – Personalização e identificação são valores importantes na hora da compra

Quando se há o intuito de se aproximar de alguém, é necessário direcionar mensagens e conteúdos à pessoa. Por isso, o uso de mensagens prontas e/ou atitudes mecanizadas não é aconselhado.

Por exemplo, em uma loja de calçados, é importante notar o estilo do cliente ao entrar e pensar em produtos que combinem com suas roupas e acessórios.
Caso o cliente já seja conhecido do local, é importante notar qual estilo
interessa a ele e, de forma amigável, direcioná-lo a isso.

2 – O cliente precisa ser um amigo
Por meio do Instagram, Facebook ou até mesmo WhatsApp, você pode realizar uma manutenção constante da relação entre a marca e o cliente. A dica é estar aberto a ouvir o cliente e entregar aquilo que irá agradá-lo.

Por exemplo, quando um cliente fizer cadastro, peça seu telefone de WhatsApp para convidá-lo a participar de eventos ou enviar novidades acerca de produtos que sejam do gosto da pessoa. Tudo isso como se a Brand Persona da marca estivesse conversando com um amigo.

3 – Segmente seu conteúdo para cada rede social
As redes sociais possuem públicos diferentes e demandas diferentes de mensagem. Portanto, é importante entender que tipo de postagem se adequa a cada plataforma e como isso pode impactar seu público com mais qualidade.

O Twitter é uma ótima ferramenta para um SAC rápido e aberto entre usuário e marca. Já o Instagram é uma ótima plataforma para consolidar a marca como autoridade.

Por fim, vale investir no Marketing de Relacionamento?
Em um mercado de trabalho onde diversas empresas entregam um produto igual ou semelhante, é importante possuir aquele “quê” a mais que atraia clientes e os fidelize. Logo, investir no marketing de relacionamento é investir na  sobrevivência, renovação e sucesso da marca.

Vendas no varejo crescem 2,3% em 2018 e têm a maior alta em cinco anos

O comércio varejista fechou 2018 com alta de 2,3%, a maior taxa anual desde 2013, quando as vendas aumentaram 4,3%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo, ficando ligeiramente acima do desempenho de 2017, quando subiu 2,1%. Mesmo assim, o crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos não recuperou a queda de 10,3% em 2015 e 2016.

As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE. Apesar do crescimento no acumulado no ano, as vendas perderam fôlego no segundo semestre, como explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. “Foi um semestre marcado pela alta do dólar, por incertezas diante do período eleitoral e pela recuperação da greve dos caminhoneiros, mas, no geral, com saldo positivo”, resume.

No índice mensal, as vendas de dezembro caíram 2,2% em relação às de novembro, no que foi o pior resultado para o mês desde 2000, porém cresceram 1,8% na comparação com dezembro de 2017. “Como em novembro houve uma disparada nas vendas por causa da Black Friday, já era esperado que dezembro registrasse queda”, explica Isabella.

As vendas da atividade que contempla os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 3,8% e registraram a maior influência positiva, seguida pelos setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 7,6%, e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 5,9%.

Já as atividades com as principais quedas nas vendas foram combustíveis e lubrificantes (-5%), tecidos, vestuário e calçados (-1,6%), móveis e eletrodomésticos (-1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-14,7%).

“Supermercados, artigos pessoais e farmacêuticos englobam produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Diante de uma economia estável, são setores que naturalmente apresentam crescimento. Já entre as atividades que caíram, destaca-se o setor de combustíveis e lubrificantes, que, em 2018, sofreram com alta nos preços acima da inflação”, diz Isabella.

Vendas do setor automotivo têm a maior alta em 11 anos

No comércio varejista ampliado, que inclui os ramos de veículos e materiais de construção, as vendas tiveram alta de 5%, a maior dos últimos seis anos. O resultado teve forte influência das vendas de veículos, motos, partes e peças, que cresceram 15,1% em 2018, a taxa mais elevada desde 2007, quando cresceu 22,6%.

“Esse desempenho pode ser explicado pela melhora nas condições de financiamento, refletida na redução das taxas de juros e no aumento do volume de crédito para aquisição de veículos”, encerra a pesquisadora.

Presença no ambiente digital

Por: Patrick Rasia, Elri Net

Quando você procura algo no buscador, quando você procura por um endereço, um número de telefone, uma referência, você corre para onde? Para o Google!
Sabendo disso, agora pense que potenciais clientes estão buscando por produtos e empresas como a sua. E agora?
O Marketing Digital traz vários benefícios para as marcas. Ou melhor, para as marcas que sabem executar com primor suas ações. Com seus esforços voltados para criar oportunidades de novos negócios, sua empresa irá receber uma grande demanda.

Listei cinco pontos que provam o valor e a importância do Marketing Digital para empresas:

1. Garantir uma presença forte na internet
O Google é o maior buscador on-line do mundo. Um bom investimento em Marketing Digital pode contribuir para que sua empresa apareça nos resultados e seja encontrada, reduzindo muito o custo de aquisição de clientes.
Claro que a presença digital vai além de mecanismos de busca e redes sociais. Um site com um domínio próprio é o mínimo que sua empresa precisa para ter uma boa presença digital.

2. Construir uma audiência qualificada
Como você se relaciona hoje com sua audiência? Você sabe quem são os seus clientes? Seus hábitos de consumo?
Outro ponto importante do Marketing Digital para empresas é o fato de você poder construir uma audiência que realmente deseja consumir seu produto/solução e se relacionar com ela até fidelizá-la.
O Marketing Digital possibilita que você atraia as pessoas que realmente estão interessadas e possuem relação com seu produto/solução.
Além disso, você pode organizar esses contatos, seja por meio de e-mails cadastrados, assinantes de uma newsletter ou, até mesmo, fãs do Facebook ou Instagram. Com o passar do tempo, essa audiência se tornará um ativo fundamental para a empresa.

3. Falar com o público certo na hora certa
Ao contrário do marketing off-line em que muitas vezes é impossível precisar exatamente para qual audiência você está falando, o Marketing Digital possibilita um nível de segmentação muito mais preciso do seu público.
É possível também criar mais de um público e segmentar a comunicação para cada tipo de audiência. Com as ferramentas existentes no mercado, tornou-se fácil monitorar as atividades e os perfis dos usuários.
Assim, é possível segmentar de forma bem específica as pessoas para quem você quer anunciar um produto, serviço ou conteúdo. Isso permite que você personalize muito mais suas ações e campanhas de marketing.

4. Sair na frente da concorrência
Como falamos na introdução desse artigo, menos de 1% das empresas brasileiras investem em Marketing Digital.
Isso mostra que, se começar a investir hoje, você se diferenciará de boa parte de seus concorrentes.
Sua empresa pode se diferenciar da concorrência com a criação de bons conteúdos que auxiliem o cliente na identificação e solução de seus problemas.
Imagine que você está buscando por uma solução e ainda não possui referências.

5. Baixo investimento para começar
Não estamos querendo dizer que o Marketing Digital é gratuito. Não é. Mas com as ferramentas existentes hoje, com o alto poder de segmentação e com as mais variadas estratégias de otimização do site para mecanismos de busca, investir em Marketing Digital tornou-se muito mais barato do que investir na mídia tradicional.
Com o passar do tempo, o preço para fazer marketing off-line acabou ficando alto. Anunciar na televisão, no rádio, na mídia impressa ou em outdoors custa caro. É um investimento alto e do qual a maioria das empresas, principalmente as que ainda possuem pouco faturamento, não consegue dar conta.
Já o Marketing Digital, embora exija, sim, um mínimo de investimento, pode ser muito mais barato do que o marketing de forma off-line. Não à toa, as estratégias de marketing on-line ocupam também grande parte das estratégias de marketing de grandes empresas.

Liquidações em janeiro são oportunidades para adaptar estoque

As tradicionais liquidações realizadas nos meses de janeiro são uma forma de o varejista ajustar seu estoque e começar um novo ano com uma melhor gestão dos produtos armazenados. Se, por um lado, o consumidor já espera por promoções após o Natal, por outro, o empresário tem a oportunidade de iniciar 2019 com um planejamento financeiro mais eficiente. Isso porque o estoque em desequilíbrio afeta diretamente o capital de giro empresarial.

A depender do comportamento dos consumidores em dezembro, esse fortalecimento do orçamento familiar pode se estender até janeiro, época dos clássicos feirões de saldos, e isso reflete no Índice de Estoques (IE), apurado mensalmente pela Fecomércio-SP. O tipo do produto vendido é relevante para definir se haverá liquidações em janeiro. O lojista precisa avaliar se haverá custo adicional em estocar as mercadorias até o próximo ciclo de vendas ou se há urgência em aumentar o capital de giro.

Outro fator é ter planejado o estoque para o período com antecedência, porque entrar num novo ano com estoques exagerados aumenta a necessidade de caixa e/ou de se livrar de um estoque, o que tende a elevar os descontos oferecidos aos consumidores. Os segmentos de eletroeletrônicos e eletrodomésticos e vestuário também costumam aderir as promoções depois das festas de fim de ano para ajustar os estoques e abrir espaço aos novos produtos a serem lançados.

Atraindo novos consumidores

As liquidações, de acordo com a assessoria econômica da Fecomércio-SP, também têm a finalidade de aumentar o fluxo de caixa e atrair novos clientes, mas o empresário deve ter cuidado na redução do preço de venda dos produtos. É preciso considerar valor de custo da mercadoria, impostos, despesas fixas (como aluguel e salários), gastos variáveis (contas de água, energia, horas extras e fretes) e lucro pretendido. É este último tópico que pode ser alterado para garantir o preço mais competitivo.

Em alguns momentos, é preferível vender a mercadoria com preços reduzidos, sacrificando parte do lucro, a tentar manter a margem de lucro e não conseguir desovar o estoque. Eventualmente, os resultados de curto prazo com as liquidações comprometem a operação de varejo no longo prazo. Convém destacar que promover uma queima de estoques tem custos. Os mais visíveis são os de marketing e divulgação dos eventos promocionais.

Fonte: cnc.org.br

Crédito: uma forma sustentável de crescer o seu negócio*

O crédito é uma das ferramentas mais antigas de vendas. Através desta prática, os tomadores de crédito, consumidores PF e PJ, adquirem bens e serviços que não caberiam no orçamento se comprados e contratados a vista. Com a concorrência acirrada e a grande oferta de produtos no mercado, um grande desafio das empresas, gira em conquistar e manter o cliente ativo em sua empresa.
Neste cenário, criar possibilidades e diferenciais nas organizações, ganha atenção especial dos empresários que constroem com profundidade as melhores experiências no ponto de venda, para seus clientes. Apesar disso, no que tange a finalização da venda, o pagamento, procuram acompanhar a migração do mercado, para crescente utilização de cartões, por sua praticidade e comodidade, com o simples argumento de segurança nas transações. Ou seja, criam um conjunto de oportunidades que se encerra numa “passada” de cartão.
Permanecer no mercado competitivo, requer estratégias em todas as áreas e ofertar condições e prazos aos consumidores, permite crescimento da carteira de cliente, fidelização, novas oportunidades de vendas, redução nos custos em busca por novos clientes.
Segundo dados divulgados no Valor Econômico, em setembro de 2017, extraídos do Sistema de Informações de Crédito do Banco Central, o SCR, do total da população bancarizada menos de 40% utilizam suas contas bancárias para algo além do recebimento mensal de salários e remunerações fixas como pensão etc. Outro dado divulgado pela revista Exame, no mesmo período, diz que a população desbancarizada movimenta 665 bilhões de reais, ao ano, maior que o PIB de países como Chile e Cingapura.
Qual o impacto no mercado? Grande parte destes consumidores para conquistarem produtos e serviços, adotaram o crediário como forma de pagamento, para suas compras e vão em busca de empresas que proporcionam está opção no mercado. Se o cliente entende que para suas compras, o crediário, é uma facilidade e um benefício, as empresas devem enxergar como uma vasta oportunidade de novos ganhos, uma vez que, podem ampliar seu faturamento atingindo pessoas que não possuem condições de comprar à vista, ou até mesmo por não serem detentoras de cartões de crédito ou limites compatíveis na aquisição de certos produtos.
Grandes varejistas nacionais, a exemplo, das Lojas Renner, Colombo, Magazine Luiza e Havan, investem fortemente em tecnologias para manter a modalidade de crediário, como o principal meio de pagamento, pois os benefícios obtidos proporcionam seus constantes crescimentos no mercado brasileiro.
Tecnologia atrelada a inteligência artificial que assegura a gestão da inadimplência, na carteira de clientes, não é uma ferramenta disponível somente a grandes varejistas e sim recursos de análise de crédito disponíveis em banco de dados, como o SCPC, disponibilizado pelo SINDILOJAS de Caxias do Sul.
A cidade de Caxias do Sul possui um público de aproximadamente 400 mil pessoas economicamente ativa, sendo 50,15% mulheres e 57,90% destas pessoas consideradas de baixo e baixíssimo risco, dos quais 34% possuem propensão de compras ao crédito. Estas informações trazem algumas reflexões, mas a principal é: Eu estou aproveitando está oportunidade?!
O crédito é uma excelente fórmula de crescer seu negócio de modo sustentável, no entanto, para obter sucesso na gestão do crédito, há necessidade e aplicação de ferramentas, política de crédito e gestão do risco que a empresa está exposta. Analisar o perfil do cliente, identificar a capacidade de pagamento, mensurar o risco, considerar as condições do mercado é tarefa primordial dos analistas de crédito, porém as ferramentas devem ser proporcionadas pelos empresários, assim terão condições de chegar ao cenário positivo ou negativo do cliente.
Vale lembrar, que o investimento em análise de crédito, visa impulsionar os negócios, mas principalmente minimizar o risco da inadimplência nas operações. Contudo, ambas as ações buscam o aumento das vendas reduzindo tempo e custos operacionais.
Fonte: Jornal Econômico 2017/09; Revista Exame 2017/09; BVS 2018/10.

* Denise Pires, supervisora Comercial da CDL de Porto Alegre, com 20 anos de experiência na comercialização e desenvolvimentos de serviços voltados à gestão de risco das operações de crédito e cobrança.

Uma Vitrine Vendedora!


Uma vitrine vendedora não é apenas uma vitrine bonita, mas uma composição que gera curiosidade e instiga os consumidores a entrar na loja.

Vendedora por que? Porque é muito melhor ter o consumidor dentro da tua loja do que passeando do lado de fora! E tendo o possível cliente dentro da loja fica muito mais fácil de encantar com sus produtos e converter a visita em venda.

Breve a primavera está por aí… o que você vai fazer na sua fachada para se destacar dos concorrentes?

Juntos podemos criar estratégias para sua loja inovar e vender mais na próxima estação!

Leia mais sobre esse tema no link: http://bit.ly/vitrineSCxs

Educação Financeira: você sabe o que é e para que serve?

A Educação Financeira ajuda quem quer colocar as contas em dia e ter uma vida financeira mais saudável e sustentável

27 de abril de 2018 – Você sabe o que é Educação Financeira? Sabe para que serve? A área de serviços ao Consumidor da Boa Vista SCPC aproveita o Dia da Educação, comemorado neste sábado, dia 28 de abril, para abordar o tema Educação Financeira, conceito que ganhou mais relevância nas duas últimas décadas no país, período em que houve uma melhora da situação econômica em virtude de três principais determinantes: controle da inflação, aumento da bancarização e do crédito.

Como explica Pablo Nemirovsky, superintendente de Serviços ao Consumidor da Boa Vista, usualmente a palavra educação é associada ao ambiente escolar e acadêmico, mas é muito mais abrangente e se aplica também no âmbito social e familiar. A Educação Financeira propriamente, introduz conceitos financeiros e orienta as pessoas a aprimorar sua relação com o dinheiro, ajudando-as a usá-lo de forma mais responsável e consciente no curto, médio e longo prazo.

Pelo viés econômico, o economista da Boa Vista SCPC, Flávio Calife, explica que o controle da inflação, o aumento da bancarização e bem como do crédito associados, nas últimas duas décadas, permitiram ao brasileiro de renda média uma oportunidade de compreender melhor o conceito de planejamento financeiro, difundido pela Educação Financeira, e que consiste na prática em identificar a situação financeira atual, lançando receitas e despesas.

“Em Educação Financeira buscamos orientar as pessoas sobre a importância da gestão de suas finanças e de seu patrimônio, para que evitem problemas como superendividamento e inadimplência, principalmente em momentos de crise, já que infortúnios financeiros acontecem, mas com organização e planejamento esses contratempos podem ser minimizados e superados”, ressalta Nemirovsky.

Com o auxílio da Educação Financeira as pessoas aprendem a organizar as contas, a cortar gastos, e a poupar para concretizar projetos, sejam eles profissionais ou pessoais, que vão desde um curso, uma viagem, a compra de um carro ou um imóvel, até abrir seu próprio negócio. “O primeiro passo é colocar no papel ou em uma planilha no Excel, receitas e despesas, e assim identificar qual é a situação financeira”, detalha.

As crianças também podem ser estimuladas a refletir sobre o que é o dinheiro, para que possam crescer mais familiarizadas com este assunto. É comum ver adultos com dificuldade em gerenciar o salário e ou a conta bancária, por exemplo. E a Educação Financeira, quando introduzida desde cedo, contribui para que na vida adulta as pessoas saibam gerenciar melhor as finanças e evitem passar por essas situações

No portal Consumidor Positivo da Boa Vista há uma série de informações que ajudam o consumidor a se informar melhor sobre o tema e até mesmo a organizar as contas com o uso de uma planilha simples e de uma cartilha que dá dicas importantes para os consumidores. No portal também é possível fazer a consulta de CPF, para identificar débitos pendentes e consultar o score (pontuação de crédito). Informar que teve um documento roubado. Fazer a adesão ao Cadastro Positivo, e muito mais. E o melhor, todos esses serviços são de graça. Para utilizá-los acesse: www.consumidorpositivo.com.br.

SOBRE A BOA VISTA SCPC

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do clico de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

www.boavistascpc.com.br

Fonte: Boa Vista SCPC

O Marketing do Futuro

* Silvia Cardoso | Analista de Social Media | Elri.net

Vivemos em uma era digital, onde percebemos o excesso de conteúdos publicados todos os dias. São anúncios de empresas, notícias em jornais e revistas online, além da grande quantidade de publicações de nossos amigos e familiares.
O Marketing Digital tem como objetivo auxiliar sua empresa a destacar-se em meio a tantas informações. Quando falamos em Marketing Digital, podemos associa-lo a estratégias online que geram novas possibilidades de negócios, aumentam o reconhecimento da sua marca e criam um relacionamento com clientes e potenciais clientes. Existem diversas oportunidades e caminhos que sua empresa pode investir para que consiga alcançar esses objetivos, dentre os principais estão o SEO, Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo.
SEO (Search Engine Otimization) significa “otimização para mecanismos de busca”, isto é, diversas técnicas que aperfeiçoam seu site, e-commerce ou blog, auxiliando a sua marca alcançar maior número de tráfego de forma orgânica. O Inbound Marketing é um conjunto de estratégias que visam atrair os olhares para sua empresa por meio de conteúdos relevantes ao público alvo. A partir da captação do interesse do público, as chances de venda efetiva aumentam consideravelmente e podemos seguir para as estratégias de Marketing de Conteúdo. Esta etapa é onde engajamos o público, mostramos o valor da sua empresa e criamos uma identificação e percepção positiva da sua marca. Pesquisas revelam que os consumidores tendem a fazer negócios com marcas que conhecem e se identificam.
Essas estratégias podem ser aplicadas no Google, em seu site, blog ou ecommerce, através de e-mail marketing e principalmente com as redes sociais, Facebook e Instagram. Hoje as mídias sociais tem grande espaço na rotina dos consumidores, onde procuram produtos e serviços a todo o momento. O Facebook em 2018 se tornou o maior site de buscas, ultrapassando até mesmo o Google. Isso mostra a importância de sua empresa estar presente nas mídias digitais, comunicando de maneira correta e profissional.
Uma das grandes vantagens do Marketing Digital é a segmentação do público alvo. Com isso, é possível direcionar o seu conteúdo somente para os consumidores que realmente tem interesse em sua linha de produtos ou serviços, tornando sua comunicação mais assertiva e aumentando notavelmente as chances de vendas efetivas. Além de tudo, é uma das maneiras mais em conta para promover sua marca nos dias de hoje.

* Publicitária formada pelo Centro Universitário da Serra Gaúcha, atua na área da comunicação há quatro anos e exerce a função de Analista em Marketing Digital na agência Elri Net há dois anos.