Crimes cibernéticos: descubra como proteger os dados de sua empresa

Você costuma se preocupar com os dados de sua empresa? Com o crescimento da internet e a facilidade de acesso a ela, as empresas estão cada vez mais sujeitas aos crimes cibernéticos, havendo, assim, a necessidade urgente de promover e proteger a segurança da organização.

A prática ilegal pode ocorrer por site e até em redes sociais de diversas maneiras, como invasão de contas de e-mails, sequestro de dados e informações sigilosas, com chantagens e troca de dinheiro, além da divulgação de produtos ou serviços no computador da vítima.

Os crimes virtuais têm aumentado a cada ano e o número de denúncias impressiona. Conforme dados levantados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 12,1 milhões de brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe financeiro pela internet no ano de 2019. O número é equivalente a 46% dos internautas.

A pesquisa também sinaliza os setores de mercado onde há maior incidência de ataques na web. As lojas onlines são os canais mais comuns de fraudes, com 54% de ocorrência. Após, aparecem os bancos com 9% e as lojas físicas pequenas e de grande porte, ambas com 8%.

Mas, como mantê-la segura?

Abaixo selecionamos cinco dicas que são essenciais e fáceis para serem inseridas na rotina organizacional de qualquer negócio.

  • Os pendrives são super baratos e fáceis de usar, mas devido o seu tamanho também são super fáceis de perder. Sendo assim, o armazenamento em nuvem é uma boa solução para guardar e proteger documentos importantes.
  • Baixar programas não é uma grande ideia. Prefira utilizar os serviços que são pagos e isentos de multa.
  • Invista em um processo de backup. Este serviço é super útil e ajuda a manter a segurança dos dados de sua empresa.
  • Obtenha o certificado de segurança da sua loja online. Este documento ajuda a evitar fraudes e qualquer outro tipo de golpe virtual.
  • Tenha cuidado com e-mails suspeitos. Os conteúdos podem transmitir vírus ao seu computador e acabar entregando suas senhas.

Dicas para um ‘Carnaval de vendas’ no Comércio

Sinônimo de brasilidade, o Carnaval é uma das maiores festas do mundo e – embora represente um menor impacto na rotina da serra Gaúcha do que na de outras regiões do país – nos últimos anos novos blocos e eventos ligados à festividade ampliaram o número de foliões em Caxias do Sul, renovando a cena cultural local e permitindo aos varejistas atentos uma oportunidade para entrar no clima e aquecer as vendas no período. Seja vendendo artigos de interesse dos participantes, seja criando campanhas ou decorando vitrines, boas ideias não faltam para os lojistas levarem ‘à avenida’. Confira abaixo algumas dicas para alavancar as vendas do seu negócio durante o Carnaval:

 Crie uma promoção

As promoções costumam levar uma quantidade maior de clientes às lojas. Bem planejada, a margem de lucro mais estreita pode render com o aumento nas vendas e na fidelização de clientes. Nem sempre é preciso investir em grandes ações para ter um bom resultado. Escolher um produto e colocar em destaque na vitrine com valor promocional já basta para gerar interesse nos clientes em potencial. Use as mídias sociais para aumentar o alcance e convidar os clientes a conferir a promoção.  Elaborar uma campanha com número maior de itens ou com bônus e cupons promocionais amplia ainda mais as possibilidades de venda no período.

 Invista na Vitrine

Use toda a criatividade e decore sua vitrine com a temática do Carnaval. Pesquisas demonstram que quando bem organizadas e bonitas, elas possuem um forte impacto no aumento das vendas. Entre as ideias que podem chamar a atenção para o seu estabelecimento estão fantasias como arlequim, palhaço e sambista; alegorias como perucas coloridas, máscaras e passistas. Apostar em um elemento como penas, confetes ou serpentinas, já garante descontração e um visual atrativo para o seu mostrador.

 Crie embalagens temáticas

Detalhes fazem a diferença! Uma embalagem caprichada, que traduza a alegria das comemorações para seus clientes, certamente será bem recebida pelos clientes. Encantar o consumidor faz parte da rotina do comércio.

Venda produtos de interesse dos participantes da festividade

Será que seu estabelecimento não possui itens para vender que sejam de interesse dos foliões? Quando pensamos em Carnaval nos remetemos à imagem de fantasias, serpentinas e confetes (que podem ser adquiridos por lojistas interessados em aproveitar à data), mas no período cresce também o interesse por roupas e acessórios coloridos, por exemplo. Observe seu estoque com atenção para não desperdiçar a chance de faturar durante a maior festa popular do Brasil.

 Esteja presente

Em tempos de consumo digital cada vez mais intenso, o site e as mídias sociais dos lojistas são uma “vitrine online”. Como está a presença da sua marca na internet? Mesmo que o forte de seu comércio sejam as vendas presenciais, tenha em mente que as plataformas digitais são ferramentas que fortalecem e ampliam o seu negócio. Leve suas promoções, vitrines e produtos para as plataformas digitais e conquiste o interesse dos clientes mantendo suas publicações sempre atualizadas.

Dicas para VENDER mais na VOLTA ÀS AULAS

Ofereça ao cliente promoções para entrar na loja e aproveitar que está focado em comprar.

O período de volta às aulas é uma oportunidade para oferecer vantagens aos clientes, independente do segmento de atuação. Lojas como papelarias e livrarias às de uniformes escolares e artigos esportivos são as que recebem mais clientes nessa época, mas pode ser um momento para oferecer promoções ou criar estratégias que atraiam para o consumo quem está pesquisando sobre material escolar.
Confira dicas práticas que podem ser aplicadas em qualquer negócio:

1. CRIE KITS PERSONALIZADOS
Pais, alunos e professores estão em busca do melhor custo-benefício: elabore promoções especiais para atrair esse público.
Por exemplo, muitos pais têm mais de um filho em idade escolar, então, precisam comprar tudo em dobro (ou o triplo da quantidade). Apostar em promoções do tipo “leve 3, pague 2” é uma ótima opção.
2. APOSTE NOS PRODUTOS TEMÁTICOS
Personagens de filme, série ou desenho animado estão entre os produtos temáticos atraentes para crianças e adolescentes, mas também para outras idades. Vale a pena investir nos já consagrados Mickey, Garfield e Turma da Mônica e nas últimas tendências que fazem sucesso na TV e na internet.
3. FAÇA UMA BOA VITRINE
A vitrine é o cartão de visita da loja. O design, a estrutura e os itens que você seleciona para expor podem impactar na decisão do cliente. Você precisa ter uma estratégia clara e definir o que pretende com a montagem da vitrine, ou seja, qual o seu objetivo principal.

Passo a passo
• Selecione produtos especiais, criativos e diferenciados;
• Escolha um produto para dar um destaque especial naquele dia, como um item com um desconto arrebatador ou um lançamento;
• Pelo menos, uma vez por semana, mude alguns produtos da vitrine. Afinal, algumas pessoas passam na calçada várias vezes por semana e, assim, conhecerão a variedade do seu mix de produtos;
• Crie uma decoração temática. Alguns acessórios são importantes para complementar a decoração, como adesivos, manequins e tecidos de fundo. Eles podem formar um cenário e até contar uma história.

4. INVISTA NAS REDES SOCIAIS
Um estudo realizado pela ComScore, divulgado pelo Estadão, revelou que, no Brasil, existem mais de 121 milhões de pessoas conectadas. 88% delas, o equivalente a 114 milhões, acessam redes sociais, pelo menos, uma vez ao mês. Aproveite para criar campanhas em redes sociais. A publicação de conteúdos informativos e a criação de campanhas promocionais são algumas das estratégias que você pode usar.

5. DÊ INCENTIVOS
Existem pequenas táticas que podem ser poderosas para atrair clientes, principalmente, aqueles que deixam as compras para a última hora. A ideia é fornecer alguns descontos e incentivos durante o período de volta às aulas, tais como:
• brindes ao alcançar determinado volume de compras;
• cupons para sorteios;
• descontos surpreendentes para as compras nas vésperas da volta às aulas;
• amostras gratuitas de alguns itens mais baratos;
• promoções-relâmpagos;
• reembolso para compras na própria loja.

6. CRIE UM PROGRAMA DE FIDELIDADE
Pais e alunos costumam indicar lojas para colegas e conhecidos porque sempre pesquisam os melhores preços e os produtos diferenciados e de qualidade. Que tal dar descontos para quem indicar outros clientes? Aqueles que compraram com você no ano passado também podem receber incentivos e voltar.

7. FAÇA PARCERIAS
Você também pode pensar em como fazer promoção para alunos de instituições parceiras, como faculdades e escolas. Quando você faz esse tipo de convênio, é possível manter kits baseados nas listas solicitadas por elas. Daí, você apresenta um preço fechado. Assim, todos ganham.

A volta às aulas é uma grande oportunidade de aumentar as vendas, potencializar a lucratividade e movimentar o negócio. Aposte em iniciativas já no início do ano letivo!

Como você armazena dados de clientes? Saiba mais sobre a Lei Geral de Proteção de Dados

Você já parou para analisar a quantidade de dados que a sua empresa acumula dia após dia?

Nomes, números de telefone, endereços, e-mails, datas de nascimento e muito mais.

É hora de as organizações prestarem atenção à coleta, ao tratamento e ao armazenamento desses dados.

Isso porque a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impacta na proteção de dados pessoais de pessoa física.

Quer entender mais sobre o que é a LGPD e como ela influencia diretamente nos processos da sua empresa?

A CDL Porto Alegre preparou um e-book exclusivo para você aprender os principais pontos da lei.

No material, você vai entender melhor sobre:

O QUE A LEI PROTEGE?
QUAIS OS DIREITOS DO TITULAR DOS DADOS?
QUEM DEVE CUMPRIR?
QUAIS ÁREAS PRECISAM ESTAR ENVOLVIDAS?
E muito mais!
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O MATERIAL
Se quiser, também temos um infográfico resumido com as principais informações.  Confira aqui.

Boa Vista dá dicas para consumidor usar bem o 13º salário

O dinheiro extra pode ser usado de diversas formas e com diferentes fins, mas é preciso que se leve em conta a realidade financeira de casa pessoa

26 de novembro de 2019 – Com a proximidade da data final de pagamento da primeira parcela do 13º salário (30 de novembro), a Boa Vista oferece dicas e possibilidades ao consumidor que tem direito ao pagamento de como utilizar esse dinheiro extra para colocar as finanças em dia ou até fazer uma poupança de emergência.

Pagar dívidas
Caso o consumidor tenha dívidas em atraso, é válido fazer um levantamento dos valores dessas dívidas e quem são os credores, por meio de uma consulta gratuita do seu CPF no site consumidorpositivo.com.br.
Se houver dívidas de cartão de crédito ou cheque especial, uma dica é priorizar o pagamento destas, uma vez que têm os juros mais altos do mercado.

Se está em dia com os pagamentos, o consumidor pode antecipar a quitação de parcelas das dívidas que possui. Isso pode lhe trazer vantagens financeiras como a redução dos juros.

Pagar despesas extras à vista
No final de ano é comum o consumidor gastar com presentes de Natal, festas, roupas e viagens. O 13º salário pode ser reservado para pagar estas despesas à vista, evitando criar novas prestações, e assim começar o próximo ano endividado.

Fazer uma poupança
O dinheiro do 13º salário pode ser o pontapé inicial para iniciar uma reserva financeira ou até mesmo ser um reforço dos investimentos que o consumidor já possui. Posteriormente, é preciso se planejar financeiramente e estipular um valor para guardar todos os meses. A reserva financeira pode ser útil em imprevistos, como perda de emprego, problemas de saúde, etc.

Ajudar nos pagamentos do próximo ano
Se o orçamento do consumidor está muito apertado, uma dica é cogitar a possibilidade de deixar este dinheiro como reserva para fechar as primeiras contas de 2020, como o material escolar dos filhos, o IPTU e o IPVA. Com o dinheiro guardado, a chance de conseguir negociar descontos é maior.

Para começar um negócio
Se o consumidor pensa em empreender e até já sabe no que gostaria de investir para ter seu próprio negócio, o 13º salário pode ser usado como o investimento inicial para começar o empreendimento. Se o valor for insuficiente, pode ser guardado para acumular o montante necessário durante 2020.

Para se presentear
Se o consumidor está com o orçamento equilibrado e já possui o hábito de poupar todos os meses, também pode se dar o direito de comprar um presente. Inclusive, este pode ser o momento ideal de realizar o sonho de consumo, mas é importante que haja planejamento.

Para mais informações e dicas de Educação Financeira e Orçamento Doméstico acesse: www.consumidorpositivo.com.br.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Fonte: Assessoria de Imprensa BoaVista SCPC

Dicas da Boa Vista para ensinar a criança a poupar

Quando a criança começa a entender o valor do dinheiro é preciso que os pais transmitam algumas noções de economia, visando formar adultos que saibam lidar com as finanças conscientemente

04 de outubro de 2019 – O hábito de poupar tem de ser construído na criança a partir do momento em que ela passa a entender o valor do dinheiro e cabe aos pais estimularem as reflexões sobre o valor das coisas e do trabalho. Ao fazerem exercícios com os pequenos sobre como lidar com o dinheiro, os pais ajudam na formação de futuros adultos que saberão como manter a vida financeira equilibrada.

Por isso, confira algumas dicas da Boa Vista para começar a ensinar estas lições aos filhos, aproveitando a semana do Dia das Crianças:

Abordagem divertida
Os pais ou responsáveis devem usar formas divertidas de falar com as crianças sobre dinheiro e poupança. Uma boa opção é contar fábulas infantis, como “A Cigarra e a Formiga”, para explicar o quanto é importante ter uma reserva financeira para os momentos mais difíceis.

Presentear os pequenos com um cofrinho para guardar o dinheiro é uma boa dica. Os transparentes são mais interessantes, porque permitem que a criança visualize quanto já tem de dinheiro guardado.

De onde vem o dinheiro
As crianças não têm noção de onde vem o dinheiro. Para eles, basta passar o cartão ou pedir algo por um aplicativo e tudo está resolvido. Por isso, quando a criança começa a ter ideia do valor do dinheiro, é preciso explicar que os pais recebem um salário todo mês porque trabalharam por isso.

Objetivo de poupança
Poupar para um objetivo específico é mais estimulante do que poupar simplesmente para um dia que precisar. Então, os pais podem definir junto à criança qual será o objetivo da poupança, fazendo um cálculo de quanto precisará guardar e quanto tempo levará para ter o valor que possibilitará a compra do que deseja.

Se a criança tem mais de um desejo, é válido ter um cofrinho para cada sonho a ser realizado. Os pais podem ir marcando com ela, mês a mês, quanto tempo e quanto dinheiro ela ainda precisa colocar ali para comprar o que deseja.

Contar o dinheiro periodicamente mostra aos pequenos o quanto eles estão se esforçando para economizarem.

O que fazer com a mesada
Se os pais têm condições de oferecer uma mesada ao filho, é preciso definir com a criança o valor que ela receberá por semana ou mês e o que ela fará com aquele dinheiro. Esse planejamento ajuda a criança a se tornar financeiramente responsável.

Caro e barato
Um dos conceitos a ser ensinado às crianças é sobre o preço das coisas. Elas devem entender que mesmo produto pode ter preços diferentes. Se ela pesquisar, poderá fazer uma compra gastando menos dinheiro e, com isso, além de ter o que deseja, poderá guardar o que sobrou.

Ainda, o pequeno aprenderá que comprar por impulso não irá fazer bem ao seu bolso e dará mais valor ao que comprou.

O exemplo da família
Pouco adianta passar noções de poupança e educação financeira aos filhos se os pais compram tudo o que veem pela frente. Lembre-se que as crianças seguem o exemplo dos pais, portanto é preciso mostrar à criança que os pais também fazem seu dever de cada em relação às finanças.

Cartilha de Educação Financeira para crianças
Para auxiliar os pais na missão de ensinar às crianças a importância da poupança, a Boa Vista oferece, de maneira gratuita, uma cartilha de Educação Financeira infantil em seu site www.consumidorpositivo.com.br, com a qual a criança aprende, de maneira lúdica e divertida, diversas lições de economia.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Tudo o que você precisa saber sobre o Cadastro Positivo

O Cadastro Positivo é o banco de dados com informações de pagamento dos compromissos financeiros e pagamentos relativos às operações de crédito e aos serviços continuados dos consumidores (pessoa física ou jurídica). Ou seja, o Cadastro Positivo funciona como uma espécie de currículo com um histórico de dívidas adimplidas, sejam de serviços como água, energia elétrica, internet, telefonia, sejam referentes a crediário, empréstimo, financiamento, compensação de cheques e outros. Nele não entram detalhes sobre movimentações bancárias, Imposto de Renda ou patrimoniais. Pessoas que estão inadimplentes também podem ter suas informações de adimplemento registradas no Cadastro Positivo. Regulamentado pela Lei Federal nº 12.414/2011, o Cadastro Positivo poderá beneficiar consumidores e empresas com melhores informações para a relação comercial.

Quem será incluído no Cadastro Positivo?

Todo o consumidor que tiver CPF ou empresa com CNPJ e que tenha informações de adimplemento de compromissos financeiros, de pagamentos relativos às operações de crédito e de serviços continuados fará parte automaticamente dessa lista de bons pagadores.

O que muda?

Até a aprovação da nova Lei, os bancos de dados continham apenas informações de dívidas não quitadas pelos consumidores – Cadastro Negativo. Com o Cadastro Positivo será possível consultar valores de pagamentos, valores de parcelas, datas de vencimento e datas de pagamento, referentes a Cartões de Crédito, Crédito Pessoal, Financiamento de Veículos, Cheque Especial, Financiamento Imobiliário, CDC Varejo, *Private Label Varejo, Utilidades e Telecom. *Crediário Próprio.

Quem participa?

Gestor de banco de dados: empresa responsável pela administração do banco de dados;

Fonte: quem concede crédito, venda a prazo ou realiza outras transações comerciais e empresariais que impliquem em análise de risco financeiro;

Consulente: é a pessoa natural ou jurídica que consulta as informações contidas no banco de dados;

Cadastrado: é o consumidor, pessoa natural ou jurídica, cujas informações serão incluídas no banco de dados de cadastro positivo.

Qual a responsabilidade de cada participante?

Gestor de banco de dados: administra o banco de dados, realiza a coleta, o armazenamento, a análise aos dados armazenados; encerra ou reabre o cadastro, conforme solicitado pelo cadastrado; fornece informações ao cadastrado; disponibiliza aos consulentes a nota ou pontuação de crédito elaborada com base nas informações de adimplemento armazenadas; apresenta o histórico de crédito, mediante prévia autorização específica do cadastrado; comunica ao cadastrado da abertura do cadastro.

Fonte: fornece o endereço residencial, comercial, eletrônico para a comunicação com o cadastrado; fornece informações sobre o cadastrado a todos os gestores de bancos de dados que as solicitarem.

Consulente: acessa as informações apenas para as finalidades permitidas pela lei, bem como obtém e armazena a autorização específica do consumidor para a fonte consultar informações detalhadas do cadastrado.

Quais as vantagens para o consumidor?

O Cadastro Positivo, além de reunir um histórico de pagamentos do consumidor, propicia oportunidades de redução de taxas e juros para as pessoas que honram seus compromissos financeiros, e torna o acesso ao crédito mais fácil.

Incentiva o aumento na Aprovação e Efetivação do crédito;

Limites e parcelas mais adequadas;

Contribui para a redução da taxa de default e menores perdas.

Quais as vantagens para o empresário?

Aos empresários também é um facilitador, pois oferece elementos de forma mais assertiva para análises de concessão de crédito, empréstimos e financiamentos a longo prazo, ou outras transações comerciais e empresariais que impliquem em risco financeiro.

E se o consumidor não quiser participar do Cadastro Positivo?

É importante lembrar que qualquer pessoa pode pedir a exclusão de seus dados do cadastro, de forma gratuita.

Como funciona o Cadastro Positivo pelo mundo?

Além do Brasil, o Cadastro Positivo está sendo aplicado em países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, México, Arábia Saudita, Egito e Itália, onde o sistema já possibilitou a redução das taxas de inadimplência, melhorando as condições para concessão do crédito. Com a maior disponibilidade de dados, a análise para concessão de crédito é mais assertiva pelas instituições financeiras, que tendem a reduzir os juros cobrados.

Veja algumas mudanças a partir da implementação do Cadastro Positivo em outros países:

Egito – Aumento de crédito (2008-2016): +136% no volume de crédito

Arábia Saudita – Com 58% de aumento das fontes que reportam dados (positivos + negativos) ao birô, em 5 anos (2011-2015): +25% de cartões de crédito ativos e +38% de limite

Itália – Onde a maior parte das empresas são PME (e sem relacionamento bancário) a utilização de comportamento de pagamento da conta de água: +83% do público elegível a crédito nos bancos.

15/09 – Dia do Cliente

Quem trabalha com atendimento ao cliente sabe que cada cliente é único, porém, há alguns perfis que reúnem pontos em comum de vários de seus clientes: os fiéis, os que retornam com certa periodicidade, os eventuais e aqueles que não voltam mais. Mas você já se questionou por que não voltam? Analisar os motivos que levaram o cliente a não retornar mais ao seu estabelecimento pode fazer toda a diferença para evitar que mais clientes o abandonem pelo mesmo motivo.

Segundo uma pesquisa realizada pela US News and Wordl Report, sobre as razões para se perder um cliente, o atendimento é o maior motivo, apontado por 70% dos entrevistados. Confira os motivos apontados pela pesquisa na perda de clientes:

· 1% por morte;

· 3% porque se mudaram;

· 5% por adotarem novos hábitos;

· 9% porque acham o preço alto demais;

· 14% por estarem desapontados com a qualidade do produto;

· 68% porque estão insatisfeitos com o atendimento.

Se o atendimento é o principal motivo para afastar clientes, o que pode ser feito para reverter esta perda? Antes mesmo de questionar se você ou sua equipe de atendimento está realizando um atendimento eficaz ou não, faça uma breve reflexão: como você gostaria de ser atendido? Mesmo que haja diferentes preferências na abordagem, por parte dos clientes, como por exemplo os que aceitam ajuda e os que não gostam, algumas posturas do atendente, ou vendedor são fundamentais, em qualquer ramo: cordialidade, empatia, bom humor, confiança e profissionalismo.

Agora, avalie se por acaso, com aquele cliente que quando ligou ficou esperando um tempo na linha ou por um retorno que nunca foi dado, ou se houve empatia com aquele que solicitou a troca de algum produto 1 dia após o prazo dado, se aquele produto que você ou sua equipe garantiu ao cliente que viria, na verdade não veio ou não foi entregue, enfim, são vários motivos que estão relacionados ao atendimento e vão muito além de apenas atender.

Avalie que muito mais do que desejar um ”Feliz Dia do Cliente”, atender bem em todos os outros dias do ano, com certeza será mais significativo para fidelizar os seus clientes e evitar que algum deslize, afinal ninguém está passível de cometer erros, seja decisivo para um cliente optar em abandonar os seus serviços ou produtos.

“Segmentação e posicionamento de marca – construindo valor para seu cliente” no Café com Ideias

O Sindilojas Caxias programou o Café com Ideias de agosto para a sexta-feira (30.08), a partir das 7h30min, no auditório Integração (rua Alfredo Chaves, 820 – 2° andar), em Caxias do Sul. A palestra “Segmentação e posicionamento de marca – construindo valor para seu cliente” será ministrada pela Especialista em Moda e Marketing Patrícia Souza. Para saber mais, clique aqui.

Pessoas e pipocas

Será que o consumidor brasileiro irá se adaptar facilmente à automatização? Num dia desses, discutindo com alguns amigos, um fato me veio à memória.

No final dos anos 90, meu pai havia investido em algumas dessas máquinas automáticas de se fazer pipoca, dessas que aparentemente começaram a voltar a aeroportos e shoppings centers. Se automação é novidade hoje, imagine naquela época.

Para quem nunca viu uma dessas, era uma dessas máquinas que uma vez introduzido o dinheiro (na época somente notas ou moedas), a pipoca era feita na hora e o pacote saía pronto para o consumo do cliente.

Pois bem. As máquinas do meu pai rendiam algum dinheiro, um pouco aquém do esperado, mas algo que estava ao menos dentro da margem de expectativa para com o negócio. Como conhecíamos na época muita gente do varejo de construção, algumas máquinas ficavam em lojas do ramo, que assim como hoje, tinham o sábado como grande dia de vendas, com corredores e áreas abarrotadas de gente, com muitas famílias que passavam às vezes uma manhã ou até mesmo o dia inteiro decidindo materiais de acabamento e decoração. Uma ótima oportunidade para vender pipocas, principalmente considerando as crianças que acabavam vindo com seus familiares.

Em um sábado pela manhã, meu pai saiu para instalar uma dessas máquinas. Já era início da tarde quando começamos a estranhar que ele não retornava, e com um contato que ainda não era tão fácil na época (poucos tinham celulares), só no início da noite que meu pai acabou conseguindo ligar para casa, e nos reportou:

– Fui ligar a máquina e apareceu uma mulher com dinheiro e me pediu uma pipoca. Ao terminar o primeiro pacote, outra pessoa pediu um novo pacote. Quando eu vi, a fila estava enorme e permanece assim até agora. Só saí rapidamente para falar com vocês. O número de venda está espetacular. Nunca vendi tanto em um dia!

No sábado seguinte, a máquina sem a presença de alguém junto rendeu 1/6 do que havia rendido. Meu pai não teve dúvidas. No outro final de semana, havia uma pessoa contratada para permanecer ao lado da máquina para facilitar a vida dos consumidores, e vender mais.

Por que eu digo tudo isso? Um dos grandes desafios da automação é conseguir encontrar o equilíbrio entre os custos de novas tecnologias e a adesão ou aceitação dos consumidores. Processos automatizados tem como tendência um movimento menor de consumidores do que nos formatos onde exista algum tipo de assistência ou atendimento. De outro lado, apresentam por conta de tecnologias envolvidas, maiores custos.

Um dos grandes objetivos da automação está em uma possível redução de custos trabalhistas, mas aparentemente os modelos por enquanto disponíveis no mercado, ainda não conseguiram alcançar tal resultado, o que impede sua multiplicação.

Parafraseando o título, embora os desafios mostrados, há boas oportunidades pipocando no ar, mas o varejo ainda leva algum tempo até encontrar seu melhor modelo.

Artigo no site Mercado e Consumo

* Imagem divulgação