Boa Vista dá dicas para consumidor usar bem o 13º salário

O dinheiro extra pode ser usado de diversas formas e com diferentes fins, mas é preciso que se leve em conta a realidade financeira de casa pessoa

26 de novembro de 2019 – Com a proximidade da data final de pagamento da primeira parcela do 13º salário (30 de novembro), a Boa Vista oferece dicas e possibilidades ao consumidor que tem direito ao pagamento de como utilizar esse dinheiro extra para colocar as finanças em dia ou até fazer uma poupança de emergência.

Pagar dívidas
Caso o consumidor tenha dívidas em atraso, é válido fazer um levantamento dos valores dessas dívidas e quem são os credores, por meio de uma consulta gratuita do seu CPF no site consumidorpositivo.com.br.
Se houver dívidas de cartão de crédito ou cheque especial, uma dica é priorizar o pagamento destas, uma vez que têm os juros mais altos do mercado.

Se está em dia com os pagamentos, o consumidor pode antecipar a quitação de parcelas das dívidas que possui. Isso pode lhe trazer vantagens financeiras como a redução dos juros.

Pagar despesas extras à vista
No final de ano é comum o consumidor gastar com presentes de Natal, festas, roupas e viagens. O 13º salário pode ser reservado para pagar estas despesas à vista, evitando criar novas prestações, e assim começar o próximo ano endividado.

Fazer uma poupança
O dinheiro do 13º salário pode ser o pontapé inicial para iniciar uma reserva financeira ou até mesmo ser um reforço dos investimentos que o consumidor já possui. Posteriormente, é preciso se planejar financeiramente e estipular um valor para guardar todos os meses. A reserva financeira pode ser útil em imprevistos, como perda de emprego, problemas de saúde, etc.

Ajudar nos pagamentos do próximo ano
Se o orçamento do consumidor está muito apertado, uma dica é cogitar a possibilidade de deixar este dinheiro como reserva para fechar as primeiras contas de 2020, como o material escolar dos filhos, o IPTU e o IPVA. Com o dinheiro guardado, a chance de conseguir negociar descontos é maior.

Para começar um negócio
Se o consumidor pensa em empreender e até já sabe no que gostaria de investir para ter seu próprio negócio, o 13º salário pode ser usado como o investimento inicial para começar o empreendimento. Se o valor for insuficiente, pode ser guardado para acumular o montante necessário durante 2020.

Para se presentear
Se o consumidor está com o orçamento equilibrado e já possui o hábito de poupar todos os meses, também pode se dar o direito de comprar um presente. Inclusive, este pode ser o momento ideal de realizar o sonho de consumo, mas é importante que haja planejamento.

Para mais informações e dicas de Educação Financeira e Orçamento Doméstico acesse: www.consumidorpositivo.com.br.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Fonte: Assessoria de Imprensa BoaVista SCPC

Dicas da Boa Vista para ensinar a criança a poupar

Quando a criança começa a entender o valor do dinheiro é preciso que os pais transmitam algumas noções de economia, visando formar adultos que saibam lidar com as finanças conscientemente

04 de outubro de 2019 – O hábito de poupar tem de ser construído na criança a partir do momento em que ela passa a entender o valor do dinheiro e cabe aos pais estimularem as reflexões sobre o valor das coisas e do trabalho. Ao fazerem exercícios com os pequenos sobre como lidar com o dinheiro, os pais ajudam na formação de futuros adultos que saberão como manter a vida financeira equilibrada.

Por isso, confira algumas dicas da Boa Vista para começar a ensinar estas lições aos filhos, aproveitando a semana do Dia das Crianças:

Abordagem divertida
Os pais ou responsáveis devem usar formas divertidas de falar com as crianças sobre dinheiro e poupança. Uma boa opção é contar fábulas infantis, como “A Cigarra e a Formiga”, para explicar o quanto é importante ter uma reserva financeira para os momentos mais difíceis.

Presentear os pequenos com um cofrinho para guardar o dinheiro é uma boa dica. Os transparentes são mais interessantes, porque permitem que a criança visualize quanto já tem de dinheiro guardado.

De onde vem o dinheiro
As crianças não têm noção de onde vem o dinheiro. Para eles, basta passar o cartão ou pedir algo por um aplicativo e tudo está resolvido. Por isso, quando a criança começa a ter ideia do valor do dinheiro, é preciso explicar que os pais recebem um salário todo mês porque trabalharam por isso.

Objetivo de poupança
Poupar para um objetivo específico é mais estimulante do que poupar simplesmente para um dia que precisar. Então, os pais podem definir junto à criança qual será o objetivo da poupança, fazendo um cálculo de quanto precisará guardar e quanto tempo levará para ter o valor que possibilitará a compra do que deseja.

Se a criança tem mais de um desejo, é válido ter um cofrinho para cada sonho a ser realizado. Os pais podem ir marcando com ela, mês a mês, quanto tempo e quanto dinheiro ela ainda precisa colocar ali para comprar o que deseja.

Contar o dinheiro periodicamente mostra aos pequenos o quanto eles estão se esforçando para economizarem.

O que fazer com a mesada
Se os pais têm condições de oferecer uma mesada ao filho, é preciso definir com a criança o valor que ela receberá por semana ou mês e o que ela fará com aquele dinheiro. Esse planejamento ajuda a criança a se tornar financeiramente responsável.

Caro e barato
Um dos conceitos a ser ensinado às crianças é sobre o preço das coisas. Elas devem entender que mesmo produto pode ter preços diferentes. Se ela pesquisar, poderá fazer uma compra gastando menos dinheiro e, com isso, além de ter o que deseja, poderá guardar o que sobrou.

Ainda, o pequeno aprenderá que comprar por impulso não irá fazer bem ao seu bolso e dará mais valor ao que comprou.

O exemplo da família
Pouco adianta passar noções de poupança e educação financeira aos filhos se os pais compram tudo o que veem pela frente. Lembre-se que as crianças seguem o exemplo dos pais, portanto é preciso mostrar à criança que os pais também fazem seu dever de cada em relação às finanças.

Cartilha de Educação Financeira para crianças
Para auxiliar os pais na missão de ensinar às crianças a importância da poupança, a Boa Vista oferece, de maneira gratuita, uma cartilha de Educação Financeira infantil em seu site www.consumidorpositivo.com.br, com a qual a criança aprende, de maneira lúdica e divertida, diversas lições de economia.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Tudo o que você precisa saber sobre o Cadastro Positivo

O Cadastro Positivo é o banco de dados com informações de pagamento dos compromissos financeiros e pagamentos relativos às operações de crédito e aos serviços continuados dos consumidores (pessoa física ou jurídica). Ou seja, o Cadastro Positivo funciona como uma espécie de currículo com um histórico de dívidas adimplidas, sejam de serviços como água, energia elétrica, internet, telefonia, sejam referentes a crediário, empréstimo, financiamento, compensação de cheques e outros. Nele não entram detalhes sobre movimentações bancárias, Imposto de Renda ou patrimoniais. Pessoas que estão inadimplentes também podem ter suas informações de adimplemento registradas no Cadastro Positivo. Regulamentado pela Lei Federal nº 12.414/2011, o Cadastro Positivo poderá beneficiar consumidores e empresas com melhores informações para a relação comercial.

Quem será incluído no Cadastro Positivo?

Todo o consumidor que tiver CPF ou empresa com CNPJ e que tenha informações de adimplemento de compromissos financeiros, de pagamentos relativos às operações de crédito e de serviços continuados fará parte automaticamente dessa lista de bons pagadores.

O que muda?

Até a aprovação da nova Lei, os bancos de dados continham apenas informações de dívidas não quitadas pelos consumidores – Cadastro Negativo. Com o Cadastro Positivo será possível consultar valores de pagamentos, valores de parcelas, datas de vencimento e datas de pagamento, referentes a Cartões de Crédito, Crédito Pessoal, Financiamento de Veículos, Cheque Especial, Financiamento Imobiliário, CDC Varejo, *Private Label Varejo, Utilidades e Telecom. *Crediário Próprio.

Quem participa?

Gestor de banco de dados: empresa responsável pela administração do banco de dados;

Fonte: quem concede crédito, venda a prazo ou realiza outras transações comerciais e empresariais que impliquem em análise de risco financeiro;

Consulente: é a pessoa natural ou jurídica que consulta as informações contidas no banco de dados;

Cadastrado: é o consumidor, pessoa natural ou jurídica, cujas informações serão incluídas no banco de dados de cadastro positivo.

Qual a responsabilidade de cada participante?

Gestor de banco de dados: administra o banco de dados, realiza a coleta, o armazenamento, a análise aos dados armazenados; encerra ou reabre o cadastro, conforme solicitado pelo cadastrado; fornece informações ao cadastrado; disponibiliza aos consulentes a nota ou pontuação de crédito elaborada com base nas informações de adimplemento armazenadas; apresenta o histórico de crédito, mediante prévia autorização específica do cadastrado; comunica ao cadastrado da abertura do cadastro.

Fonte: fornece o endereço residencial, comercial, eletrônico para a comunicação com o cadastrado; fornece informações sobre o cadastrado a todos os gestores de bancos de dados que as solicitarem.

Consulente: acessa as informações apenas para as finalidades permitidas pela lei, bem como obtém e armazena a autorização específica do consumidor para a fonte consultar informações detalhadas do cadastrado.

Quais as vantagens para o consumidor?

O Cadastro Positivo, além de reunir um histórico de pagamentos do consumidor, propicia oportunidades de redução de taxas e juros para as pessoas que honram seus compromissos financeiros, e torna o acesso ao crédito mais fácil.

Incentiva o aumento na Aprovação e Efetivação do crédito;

Limites e parcelas mais adequadas;

Contribui para a redução da taxa de default e menores perdas.

Quais as vantagens para o empresário?

Aos empresários também é um facilitador, pois oferece elementos de forma mais assertiva para análises de concessão de crédito, empréstimos e financiamentos a longo prazo, ou outras transações comerciais e empresariais que impliquem em risco financeiro.

E se o consumidor não quiser participar do Cadastro Positivo?

É importante lembrar que qualquer pessoa pode pedir a exclusão de seus dados do cadastro, de forma gratuita.

Como funciona o Cadastro Positivo pelo mundo?

Além do Brasil, o Cadastro Positivo está sendo aplicado em países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, México, Arábia Saudita, Egito e Itália, onde o sistema já possibilitou a redução das taxas de inadimplência, melhorando as condições para concessão do crédito. Com a maior disponibilidade de dados, a análise para concessão de crédito é mais assertiva pelas instituições financeiras, que tendem a reduzir os juros cobrados.

Veja algumas mudanças a partir da implementação do Cadastro Positivo em outros países:

Egito – Aumento de crédito (2008-2016): +136% no volume de crédito

Arábia Saudita – Com 58% de aumento das fontes que reportam dados (positivos + negativos) ao birô, em 5 anos (2011-2015): +25% de cartões de crédito ativos e +38% de limite

Itália – Onde a maior parte das empresas são PME (e sem relacionamento bancário) a utilização de comportamento de pagamento da conta de água: +83% do público elegível a crédito nos bancos.

15/09 – Dia do Cliente

Quem trabalha com atendimento ao cliente sabe que cada cliente é único, porém, há alguns perfis que reúnem pontos em comum de vários de seus clientes: os fiéis, os que retornam com certa periodicidade, os eventuais e aqueles que não voltam mais. Mas você já se questionou por que não voltam? Analisar os motivos que levaram o cliente a não retornar mais ao seu estabelecimento pode fazer toda a diferença para evitar que mais clientes o abandonem pelo mesmo motivo.

Segundo uma pesquisa realizada pela US News and Wordl Report, sobre as razões para se perder um cliente, o atendimento é o maior motivo, apontado por 70% dos entrevistados. Confira os motivos apontados pela pesquisa na perda de clientes:

· 1% por morte;

· 3% porque se mudaram;

· 5% por adotarem novos hábitos;

· 9% porque acham o preço alto demais;

· 14% por estarem desapontados com a qualidade do produto;

· 68% porque estão insatisfeitos com o atendimento.

Se o atendimento é o principal motivo para afastar clientes, o que pode ser feito para reverter esta perda? Antes mesmo de questionar se você ou sua equipe de atendimento está realizando um atendimento eficaz ou não, faça uma breve reflexão: como você gostaria de ser atendido? Mesmo que haja diferentes preferências na abordagem, por parte dos clientes, como por exemplo os que aceitam ajuda e os que não gostam, algumas posturas do atendente, ou vendedor são fundamentais, em qualquer ramo: cordialidade, empatia, bom humor, confiança e profissionalismo.

Agora, avalie se por acaso, com aquele cliente que quando ligou ficou esperando um tempo na linha ou por um retorno que nunca foi dado, ou se houve empatia com aquele que solicitou a troca de algum produto 1 dia após o prazo dado, se aquele produto que você ou sua equipe garantiu ao cliente que viria, na verdade não veio ou não foi entregue, enfim, são vários motivos que estão relacionados ao atendimento e vão muito além de apenas atender.

Avalie que muito mais do que desejar um ”Feliz Dia do Cliente”, atender bem em todos os outros dias do ano, com certeza será mais significativo para fidelizar os seus clientes e evitar que algum deslize, afinal ninguém está passível de cometer erros, seja decisivo para um cliente optar em abandonar os seus serviços ou produtos.

“Segmentação e posicionamento de marca – construindo valor para seu cliente” no Café com Ideias

O Sindilojas Caxias programou o Café com Ideias de agosto para a sexta-feira (30.08), a partir das 7h30min, no auditório Integração (rua Alfredo Chaves, 820 – 2° andar), em Caxias do Sul. A palestra “Segmentação e posicionamento de marca – construindo valor para seu cliente” será ministrada pela Especialista em Moda e Marketing Patrícia Souza. Para saber mais, clique aqui.

Pessoas e pipocas

Será que o consumidor brasileiro irá se adaptar facilmente à automatização? Num dia desses, discutindo com alguns amigos, um fato me veio à memória.

No final dos anos 90, meu pai havia investido em algumas dessas máquinas automáticas de se fazer pipoca, dessas que aparentemente começaram a voltar a aeroportos e shoppings centers. Se automação é novidade hoje, imagine naquela época.

Para quem nunca viu uma dessas, era uma dessas máquinas que uma vez introduzido o dinheiro (na época somente notas ou moedas), a pipoca era feita na hora e o pacote saía pronto para o consumo do cliente.

Pois bem. As máquinas do meu pai rendiam algum dinheiro, um pouco aquém do esperado, mas algo que estava ao menos dentro da margem de expectativa para com o negócio. Como conhecíamos na época muita gente do varejo de construção, algumas máquinas ficavam em lojas do ramo, que assim como hoje, tinham o sábado como grande dia de vendas, com corredores e áreas abarrotadas de gente, com muitas famílias que passavam às vezes uma manhã ou até mesmo o dia inteiro decidindo materiais de acabamento e decoração. Uma ótima oportunidade para vender pipocas, principalmente considerando as crianças que acabavam vindo com seus familiares.

Em um sábado pela manhã, meu pai saiu para instalar uma dessas máquinas. Já era início da tarde quando começamos a estranhar que ele não retornava, e com um contato que ainda não era tão fácil na época (poucos tinham celulares), só no início da noite que meu pai acabou conseguindo ligar para casa, e nos reportou:

– Fui ligar a máquina e apareceu uma mulher com dinheiro e me pediu uma pipoca. Ao terminar o primeiro pacote, outra pessoa pediu um novo pacote. Quando eu vi, a fila estava enorme e permanece assim até agora. Só saí rapidamente para falar com vocês. O número de venda está espetacular. Nunca vendi tanto em um dia!

No sábado seguinte, a máquina sem a presença de alguém junto rendeu 1/6 do que havia rendido. Meu pai não teve dúvidas. No outro final de semana, havia uma pessoa contratada para permanecer ao lado da máquina para facilitar a vida dos consumidores, e vender mais.

Por que eu digo tudo isso? Um dos grandes desafios da automação é conseguir encontrar o equilíbrio entre os custos de novas tecnologias e a adesão ou aceitação dos consumidores. Processos automatizados tem como tendência um movimento menor de consumidores do que nos formatos onde exista algum tipo de assistência ou atendimento. De outro lado, apresentam por conta de tecnologias envolvidas, maiores custos.

Um dos grandes objetivos da automação está em uma possível redução de custos trabalhistas, mas aparentemente os modelos por enquanto disponíveis no mercado, ainda não conseguiram alcançar tal resultado, o que impede sua multiplicação.

Parafraseando o título, embora os desafios mostrados, há boas oportunidades pipocando no ar, mas o varejo ainda leva algum tempo até encontrar seu melhor modelo.

Artigo no site Mercado e Consumo

* Imagem divulgação

Necessidade das mães deve orientar a compra do presente, segundo pesquisa da Boa Vista

O consumidor irá gastar em média R$ 191 com as compras para esta data

07 de maio de 2019 – Para decidir o que comprar neste Dia das Mães, 53% dos cerca de 1.200 entrevistados pela Boa Vista, em sua tradicional pesquisa que tem como objetivo identificar o comportamento de compras dos brasileiros nesta data comemorativa, disseram que irão observar o que a mãe ou pessoa que pretendem presentear realmente necessita.

Realizada em abril, com consumidores de todo o país, a pesquisa da Boa Vista constatou que outros 20% deixarão a surpresa de lado e perguntarão diretamente à pessoa o que deseja ganhar. Outros 15% informaram que pesquisarão o que comprar na internet. 9% pedirão sugestão a parentes/amigos. 3% se nortearão pelas propagandas de TV.

De um modo geral, 68% dos consumidores entrevistados informaram que irão comprar presentes neste Dia das Mães. Destes, 26% alegaram que pretendem gastar mais este ano do que na comparação com o ano passado (eram 33% em 2018). 55% disseram que irão gastar a mesma quantia (contra 47% na data passada) e 19% gastarão menos (contra 20%).

93% dos consumidores que declararam que irão comprar vão presentear as mães. No entanto, 32% dos consumidores irão presentear mais de uma pessoa nesta data. As sogras e avós entram na lista com 35% das menções.

Quando comprarão?
70% dos entrevistados disseram que lembram de comprar o presente em função da proximidade da data comemorativa. Por conta deste comportamento, 74% farão a compra do presente na semana do Dia das Mães, sendo que 19% deixarão para a última hora (na véspera ou mesmo no dia). Por outro lado, 26% disseram que compram duas semanas ou mesmo em até um mês antes.

Onde comprarão?
87% dos consumidores irão comprar os presentes de Dia das Mães em Lojas Físicas (destes, 47% em Lojas de Rua). Outros 36% irão recorrer às Lojas de Shoppings, 14% aos Grandes Magazines e 3% em Supermercados e Hipermercados. 13% farão a compra pela Internet.

O que comprar?
60% comprarão itens de uso pessoal para presentear neste Dia das Mães (vestuário, calçados, cosméticos, etc.). Destes, 30% referem-se especificamente à compra de itens de vestuário, 23% perfumaria e acessórios e 7% joias e relógios. Outros 15% irão comprar móveis, eletrodomésticos e itens para casa. Outros 11% itens relacionados a entretenimento (jantar, livro, viagem). 7% flores. 4% celular ou smartphone. E 1% eletrônicos e itens de informática.

Valor gasto e meio de pagamento
76% pretendem gastar até R$ 200 com a compra do presente para o Dia das Mães, percentual que permaneceu estável com relação à mesma data passada. No geral, o consumidor irá gastar em média R$ 191 com o presente, contra R$ 196 comparado ao ano de 2018.

68% dos consumidores irão comprar o presente do Dia das Mães e pagar à vista (mesmo % registrado em 2018). Destes, 42% farão com o débito e 41% com dinheiro em espécie. 16% farão uso do cartão de crédito sem parcelamento e 1% por meio de boleto.

Pagar à vista ou a prazo
Outros 32% irão comprar os presentes de Dia da Mães e optar por parcelar o valor gasto. 88% utilizarão o cartão de crédito, 9% do carnê e boleto e apenas 3% o débito programado em conta.

Não vou comprar porque…
32% dos consumidores entrevistados pela Boa Vista afirmaram que não irão comprar presentes neste Dia das Mães. 50% porque estão endividados ou sem condições financeiras (em 2018 eram 47% nessa condição). 15% porque estão desempregados (contra 19% no ano passado). 15% porque não costumam presentear nesta data e outros 20% por outros motivos.

Metodologia
A pesquisa Hábitos de Consumo – Dia das Mães 2019, da Boa Vista, utilizou metodologia quantitativa, feita por meio de sondagem via internet (questionário eletrônico). Foi realizada com cerca de 1.200 respondentes, de diferentes regiões do país, entre 5 e 24 de abril de 2019. Para a leitura dos resultados considerar 95% de grau de confiança e margem de erro de 2,8%.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

A nova juventude

João Vítor Perozzo | Curador de Conteúdo da Elri Net

 

De acordo com pesquisa publicada pela Euromonitor, há uma tendência no comportamento do consumidor que é extremamente relevante discutir sobre. Com o aumento significativo para a expectativa de vida – num panorama global, os idosos estão encarando o processo de envelhecimento não mais como algo a ser temido ou negado, mas sim abraçado e, principalmente, conversado sobre.

Os novos velhos

A geração nascida entre 1946 e 1964, também conhecidos como Baby Boomers, não se identifica enquanto idosa e não quer ser tratada como. Tudo isso, pensando na forma tradicional de tratar uma pessoa que atingiu a melhor idade. Esse público está buscando uma atualização constante e não fica para trás quando se trata da tecnologia, de aplicativos ou redes sociais.

Essa mesma pesquisa cunhou o termo Age Agnostic – Agnóstico de Idade, em tradução livre – que significa que esse público não acredita que o envelhecimento tenha qualquer relação com “piorar” o estilo ou qualidade de vida. Os Baby Boomers estão ajudando o mundo inteiro a dar um novo significado ao que entendemos por tornar-se idoso.

Esse público está procurando produtos e serviços que ajudem a manter sua jovialidade mental e física, sem tentar alterar o que tem, apenas sendo e aparentando sua melhor versão. Isso é abraçar e viver a melhor idade, de fato.

Comportamento pra lá de jovem

35% dos Agnósticos da Idade concordam ou concordam fortemente com o ideal de curtir a vida sem precisar se preocupar com o futuro. Essa porcentagem chega a ser maior do que é apresentado na geração Z (nascidos a partir de 1995).

Embora tenha o pensamento jovem e a sede de mudança, essa faixa etária ostenta uma média salarial acima de todas as demais. A pesquisa mostrou, ainda que, os Baby Boomers, estão em cargos de chefia ou herdaram valores significativos de seus pais e apresentam um salário 28% maior que o grupo mais próximo. A pesquisa ainda aponta que esse grupo terá um crescimento financeiro considerável (entre 22% e 26%) até 2025.

Vendo por esse lado, os Agnósticos de Idade são um grupo demográfico altamente lucrativo para o marketing de compras discricionárias. Alguns exemplos de negócio que tem uma alta taxa de aceitação são: de casas de férias, relógios de luxo, suplementos nutricionais, tratamentos de beleza e um vasto espectro de produtos e serviços Premium.

Nas palavras de uma especialista

            Zandi Bremner, chefe de Inovação do Cliente, afirma que é fundamental ter uma abordagem emocional acerca do envelhecimento. O ideal é fazer com que os serviços e produtos tornem-se mais universais e acolhedores.  A consultora recomenda aceitar todos na criação de design universal entre gerações, abrindo mão de conceituações óbvias. As empresas devem abordar o envelhecimento demográfico em aproximações sutis e diferenciadas, afastando-se da segmentação que os enxerga apenas como velhos.

DIA DAS MÃES: 10 Ideias de Vitrine para os 5 Tipos de Mães!*

Luiza Issler | Vitrine Perfeita

É fundamental caprichar na vitrine de dia das mães! Esta é uma das principais datas do varejo e é necessário se dedicar na organização da vitrine para representar os mais diversos tipos de mães.

Apesar de ouvirmos que “mãe é tudo igual”, cada mãe tem um estilo diferente.

Existem muitos tipos de mães e cada uma delas pode ser representada de maneiras variadas na vitrine da loja.

Para dar uma ajudinha, preparamos cinco perfis diferentes de mamães com algumas dicas para otimizar a sua vitrine de dia das mães e encantar os clientes.

Ahhh… e um detalhe importante: os clientes no dia das mães são os seus filhos!

Por este motivo, a Comunicação (um dos 3 Pilares de uma Vitrine de Sucesso) precisa fazer com que os filhos se identifiquem com o perfil da mãe que está na vitrine. Preste bastante atenção neste detalhe!

Dito isso, vamos falar dos 5 tipos de mães e as 10 ideias de vitrine de dia das mães!

Veja aqui cada tipo de mãe e assista ao vídeo que a Luiza preparou para você:

Afrouxa a gravata, tira o salto alto e senta aí. Não podemos adiar essa conversa.

João Vítor Perozzo | Curador de Conteúdo da Elri Net

Há não muito tempo atrás, para entrar em contato com uma empresa, era necessária muita paciência. Em outras palavras, entrar em contato com algum negócio ou marca era uma dificuldade enorme. Era sortudo aquele que tinha um processo de pós-venda e/ou atendimento qualificado.

As empresas conversavam entre si (Business to Business – B2B) ou com os clientes (Business to Clients – B2C). Tudo isso ocorria por meio de uma comunicação quadrada, lenta e morosa.

 

Até quando?

A era digital está nos ajudando a questionar diversos processos de relacionamento com o cliente. O principal é a maneira como nos relacionamos com o cliente.

Se, antigamente, a gente tinha que caçar o cliente por meio de técnicas intrusivas, hoje nós temos que fazer com que o cliente se sinta atraído pela sua marca. Imagine quantas marcas e empresas vendem produtos similares ou idênticos ao seu. Qual diferencial vai atrair o cliente?

A resposta para essa pergunta, em basicamente todos os casos, é a experiência do consumidor. A gente precisa deixar o consumidor se sentindo à vontade e bem assistido, o resto ele faz por conta.

 

Como melhoro isso?

Lembra de quando falamos da morosidade de estar em contato com uma empresa? Foque nisso:

Hoje em dia, nenhum consumidor (ou até mesmo empresa) quer se comunicar de uma forma blocada ou densa. Antes mesmo de falarmos em empresas, consumidores ou outras nomenclaturas, temos que entender que sempre há uma pessoa responsável por realizar essa comunicação.

Ou seja, são pessoas falando com pessoas (Human to Human – H2H).

E como humanos, queremos ter um atendimento humanizado. Isso implica em conversar pelo WhatsApp, ou o que facilitar o atendimento para o cliente; ter uma conversa informal sobre possíveis melhorias que a empresa pode adotar e saber que a nossa opinião pode ser escutada.

Casos como o de Mariane Fonseca, cujo cachorro comeu seu cartão de crédito, ocorrem todos os dias. No entanto, a marca que for compreensiva e humana com seus clientes, se destaca infinitamente mais do que as demais.

E sabe qual a melhor parte de tudo isso? Não custa caro para ser legal e compreensivo com o próximo!

 

Fonte e inspiração: <http://exclusivo.com.br/_conteudo/2018/06/colunistas/roberta_ramos/215535-esqueca-o-b2c-o-momento-agora-e-do-h2h.html>