Afrouxa a gravata, tira o salto alto e senta aí. Não podemos adiar essa conversa.

João Vítor Perozzo | Curador de Conteúdo da Elri Net

Há não muito tempo atrás, para entrar em contato com uma empresa, era necessária muita paciência. Em outras palavras, entrar em contato com algum negócio ou marca era uma dificuldade enorme. Era sortudo aquele que tinha um processo de pós-venda e/ou atendimento qualificado.

As empresas conversavam entre si (Business to Business – B2B) ou com os clientes (Business to Clients – B2C). Tudo isso ocorria por meio de uma comunicação quadrada, lenta e morosa.

 

Até quando?

A era digital está nos ajudando a questionar diversos processos de relacionamento com o cliente. O principal é a maneira como nos relacionamos com o cliente.

Se, antigamente, a gente tinha que caçar o cliente por meio de técnicas intrusivas, hoje nós temos que fazer com que o cliente se sinta atraído pela sua marca. Imagine quantas marcas e empresas vendem produtos similares ou idênticos ao seu. Qual diferencial vai atrair o cliente?

A resposta para essa pergunta, em basicamente todos os casos, é a experiência do consumidor. A gente precisa deixar o consumidor se sentindo à vontade e bem assistido, o resto ele faz por conta.

 

Como melhoro isso?

Lembra de quando falamos da morosidade de estar em contato com uma empresa? Foque nisso:

Hoje em dia, nenhum consumidor (ou até mesmo empresa) quer se comunicar de uma forma blocada ou densa. Antes mesmo de falarmos em empresas, consumidores ou outras nomenclaturas, temos que entender que sempre há uma pessoa responsável por realizar essa comunicação.

Ou seja, são pessoas falando com pessoas (Human to Human – H2H).

E como humanos, queremos ter um atendimento humanizado. Isso implica em conversar pelo WhatsApp, ou o que facilitar o atendimento para o cliente; ter uma conversa informal sobre possíveis melhorias que a empresa pode adotar e saber que a nossa opinião pode ser escutada.

Casos como o de Mariane Fonseca, cujo cachorro comeu seu cartão de crédito, ocorrem todos os dias. No entanto, a marca que for compreensiva e humana com seus clientes, se destaca infinitamente mais do que as demais.

E sabe qual a melhor parte de tudo isso? Não custa caro para ser legal e compreensivo com o próximo!

 

Fonte e inspiração: <http://exclusivo.com.br/_conteudo/2018/06/colunistas/roberta_ramos/215535-esqueca-o-b2c-o-momento-agora-e-do-h2h.html>

Páscoa: dicas da Boa Vista para curtir a data, com economia


Pesquisar e comparar preços, substituir itens e até mesmo ir às compras com antecedência são algumas das recomendações para os que pretendem aproveitar este momento

15 de abril de 2019 – As datas comemorativas são boas opções para reunir a família e os amigos, para descansar e viajar, mas também podem pesar no bolso, principalmente se a atividade programada envolver algum gasto extra. Como a Páscoa está chegando, e para que o consumidor não deixe de aproveitar devido a essas despesas não previstas, a Boa Vista tem algumas dicas.

Pesquise e compare preços

Antes de ir às compras, pesquise e use aplicativos para comparar preços. Para compras em lojas físicas, pechinche e busque por bons descontos, consultando o valor em mais de um estabelecimento.

Substitua itens

Veja a possibilidade de substituir o tradicional ovo de páscoa por barras de chocolate, ou mesmo uma caixa de bombom. É possível economizar bastante fazendo uma pequena alteração como essa.

Faça você mesmo

Que tal usar a criatividade e colocar a mão na massa? Pesquise preços de produtos para fazer os ovos de páscoa em casa e veja se vale a pena. É possível até ganhar uma renda extra, vendendo os ovos para amigos e familiares. Você pode transformar essa atividade em um momento de confraternização na família, envolvendo principalmente as crianças.

Antecipe-se

Não deixe para fazer as compras de Páscoa muito perto da data. Pesquise com antecedência e quando encontrar produtos com bons preços, compre e deixe guardado para a comemoração. Assim você garante que pagará menos, com mais qualidade e tranquilidade na hora de selecionar. Isso vale para os tradicionais chocolates, o bacalhau ou qualquer outro item comumente consumido nesse período.

Onde comprar

Se for fazer o almoço de Páscoa, para produtos frescos e com bom preço, busque feiras livres. Para itens em grandes quantidades, busque redes atacadistas. E para itens mais caros, veja a possibilidade de encomendar com antecedência, assim, além de garantir preços melhores, você evita passar por apertos com a falta de algum produto.

Compartilhe

Se for oferecer ou participar do almoço, sugira uma divisão entre os participantes. Faça uma lista de compras com todos os itens necessários, para ter uma base de quanto vai gastar, para que todos possam contribuir com uma parte do valor. Isso pode valer também para os ovos de Páscoa: na compra de um número maior de unidades, algumas lojas podem dar bons descontos. Nesse caso, você pode fazer a compra em conjunto com familiares ou vizinhos.

Para mais dicas de como fazer seu dinheiro valer mais acesse: www.consumidorpositivo.com.br

Boa Vista identifica aumento na intenção de compra para a Páscoa

A pesquisa observou ainda que 48% dos entrevistados pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 200.

Cresceu em três pontos percentuais (3p.p) a intenção do consumidor em gastar mais nesta Páscoa em relação ao ano anterior (de 31% passou para 34%), conforme constatou a Boa Vista em sua Pesquisa sobre Hábitos de Consumo para a Páscoa.

Realizado com pouco mais de mil respondentes, ao longo do mês de março, o levantamento da Boa Vista identificou ainda que 45% irão manter o padrão de gastos na comparação com o ano passado (em 2018 eram 43%), e outros 21% gastarão menos agora (eram 26%).

A pesquisa também identificou que 48% dos entrevistados pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 200 com as compras de Páscoa. Outros 47% disseram que gastarão até R$ 50 por presente e 5% apenas acima de R$ 200.

Dos entrevistados, 81% disseram que pagarão as compras de Páscoa à vista. Destes, 53% utilizarão dinheiro, 32% o cartão de débito, 14% o cartão de crédito (parcela única) e 1% o carnê/boleto.

Por outro lado, dos 19% que pagarão de forma parcelada as compras realizadas nessa Páscoa, 92% utilizarão o cartão de crédito (eram 87% em 2018) para pagar as compras. 6% o carnê/boleto (eram 12% em 2018) e 2% a função de débito programado (era 1% em 2018).

Ovo de Páscoa X Bombom

27% pretendem substituir o ovo de Páscoa por bombons como opção de presente nesta Páscoa. No ano passado, 20% dos entrevistados fariam esta substituição. Outros 49% ainda pretendem seguir a tradição e presentear com Ovos de Páscoa (contra 54% em 2018).

59% dos consumidores levarão em conta o preço dos produtos para tomar a decisão de compra (contra 57% em 2018). Outros 32% levarão em conta a qualidade (contra 35% em 2018). Lançamentos e novidades, embalagem e formato também serão levadas em conta e que irão influenciar na compra, por parte da minoria dos entrevistados.

Para 37% dos consumidores entrevistados pela Boa Vista, Páscoa é uma data que gera despesas extras no supermercado (6p.p. abaixo que em 2018), além de gastos com alimentação fora de casa (5%) e gastos com viagens (8%).

Compra de outros itens
Dos entrevistados, 57% farão compras de outros itens, além dos tradicionais presentes de Páscoa. Dentre estes, destacam-se despesas com alimentação (63%), itens para a casa (21%), lazer/viagem (11%) e brinquedos (5%).

57% gastarão entre R$ 50 e R$ 200 com a compra de outros itens que não sejam relacionados à Pascoa. 20% gastarão até R$ 50 e 23% valores acima de R$ 200.

76% dos pagamentos destes outros itens, além dos relacionados à Páscoa, serão pagos à vista. 24% deles parcelados. Estes números permaneceram praticamente estáveis na comparação com 2018. Destes, 52% em até 2 vezes, 29% em até 3 parcelas e 19% em quatro ou mais parcelas.

Metodologia

A Pesquisa Hábitos de Consumo para a Páscoa, elaborada pela Boa Vista, entrevistou 1.036 pessoas no período de 12 a 29 de março de 2019, em todo o país. O universo é representado por consumidores que buscaram informações no Consumidor Positivo da Boa Vista, assim como do mercado. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 95% de grau de confiança e margem de erro de 3p.p, para mais ou para menos.

PALAVRA DA PRESIDENTE | O futuro do varejo é agora

Idalice Manchini | presidente do Sindilojas Caxias

Ressignificar nossas estratégias é essencial para determinar o rumo do crescimento nos negócios. Acredito que nossas decisões impactam no dia a dia e por isso precisamos estar atentos à conjuntura econômica, social e política sempre com o olhar voltado para oferecer o melhor para os nossos clientes, conquistando com novidades e inovação. Nós, aqui no Sindilojas Caxias, temos 65 anos de uma história que nos orgulha pelos espaços que conquistamos na defesa do desenvolvimento do comércio e, ao mesmo tempo, nos permitimos buscar incessantemente projetos e ações relevantes para a nossa categoria. Propiciamos espaços de interação e aprendizado porque acreditamos que a melhor forma de fortalecer os empresários é criar espaços de troca de informações e de contatos.
A era digital vivenciada por parte do comércio já é uma realidade e tem contribuído para fidelizar e conquistar novos clientes. Pensando no futuro, é nosso papel também atuar para auxiliar o comércio varejista a investir no marketing, por meio do reconhecimento da presença digital como meta para motivar e melhorar as vendas na loja física.
Acreditamos que esse é um caminho inevitável a trilhar a partir de agora. As novas tecnologias, a experiência da interação e ações que cooperem para entregar aos clientes soluções são algumas iniciativas para melhorar o atendimento e a vivência do cliente em nossas lojas.
A tecnologia está fazendo pelo nosso cérebro o mesmo que as máquinas fizeram pelos nossos braços na revolução industrial. A vida hoje é melhor. Puxada, dinâmica, competitiva, mas melhor. O ser humano se diferencia pela sua capacidade de pensar, raciocinar, tomar decisões e isso nos tornou soberanos.
Pela primeira vez na história, o progresso tecnológico está atuando justamente naquilo que mais nos diferencia das demais espécies. Ou seja, na capacidade única e fundamental da nossa inteligência.

E nos mantém relevantes e indispensáveis à economia.

 

No dia da mentira, a gente vai falar sobre verdade*

Os jovens que nasceram após o ano de 1995 são identificados enquanto Geração Z. Essas pessoas, desde seu primeiro respiro, vivem em um ambiente em que a World Wide Web é uma realidade constante. Diferentemente de gerações passadas, esse grupo enxerga e presencia a realidade no plano físico e virtual. Se para Baby Boomers, Geração X e Millenials o virtual era um oposto ao físico, a Geração Z aceita como complemento.

Desde pequenos, eles foram impactados por centenas de milhões de estímulos, o que os tornou seres extremamente complexos e múltiplos. Isso se reflete na maneira como eles se relacionam consigo mesmo e com os outros, deixando como valor máximo a verdade.

O que é essa verdade?

Para a geração da verdade, apelidada de TrueGen, isso está diretamente ligado à identidade pessoal da pessoa. Todos devem se permitir viver sua verdade, seu estilo e sua complexidade.

Os integrantes da Geração Z quase nunca se consideram algo de maneira fixa. Para eles, é importante viver uma constante experimentação sexual, identitária e de expressão. Outra característica marcante é apoiar a liberdade religiosa, o direito de escolha sobre o próprio corpo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, entre outros.

Essa geração é altamente inclusiva. Os TrueGen estão cunhando a cultura da soma, ou seja, eles estão substituindo o termo “ou” por “e”.

Abram alas ou essa geração vai passar por cima

Visto que esses jovens instigam a verdade uns nos outros, eles querem consumir a verdade de marcas e empresas. De nada adianta comunicar, se a ação não é condizente. É importante que as empresas se relacionem em um nível pessoal com esses jovens, admitindo seus erros e tendo um viés além do econômico. A era em que a transparência era uma opção chegou ao fim.

De acordo com pesquisa publicada pela Box 1824, 87% dos entrevistados deixam de comprar produtos de empresas envolvidos em escândalos éticos. Desses, 57% advogam contra essas marcas.

Investir na singularidade é entender a beleza da multiplicidade e complexidade dos TrueGen. 63% dos entrevistados defendem todas as causas ligadas à identidade (de gênero, etnia, sexual etc). Voltar-se para essa geração implica em abrir mão do pensamento de larga escala e trabalhar com a personalização de produtos, já que 50% desse público está disposto a gastar mais por um produto personalizado.

E isso só nós leva de volta para o mesmo ponto. Investir na verdade da sua marca e na verdade do seu cliente é o único investimento possível para a TrueGen abraçar sua empresa.

E você: está preparando para abrir o jogo de vez e escancarar sua verdade sobre a mesa?

Fonte e Inspiração: http://pontoeletronico.me/2018/true-gen-a-geracao-da-verdade/

 

Empresários, mais otimistas, esperam faturamento maior em 2019, aponta pesquisa da Boa Vista

 

A pesquisa comparou ainda variáveis determinantes para a saúde das empresas como a inadimplência, o endividamento e o investimento previsto para este ano

18 de março de 2019 –  Os empresários brasileiros estão mais otimistas com relação ao faturamento que esperam ter em 2019. É o que constatou a pesquisa Perspectiva Empresarial realizada pela Boa Vista. De acordo com o levantamento feito ao longo do último trimestre de 2018, 46% dos cerca de mil entrevistados disseram esperar um provento maior este ano, contra 37% dos que tinham essa mesma perspectiva no ano passado. Para outros 22% o faturamento não deverá mudar e para 24% irá diminuir em 2019. O gráfico a seguir completa estes números.

Faturamento em 2019: %

“Com um cenário econômico um pouco melhor do que nos anos anteriores, no qual temos juros mais baixos e mais postos de trabalho, esperamos uma retomada do consumo de modo mais intenso, o que deve refletir em uma melhora na condição de pagamento dos consumidores, especialmente dos que estão com contas em atraso, que acabam saindo do cadastro de inadimplentes e voltam a comprar”, analisa o economista da Boa Vista, Flávio Calife.

A pesquisa também observou um crescimento em 4p.p. (pontos percentuais – de 34% para 38%) entre os empresários que preveem um investimento maior em seus negócios este ano. Outros 29% acreditam que os investimentos ficarão no mesmo patamar do que em 2018 e 27% que os investimentos serão menores.
Aproximadamente 1/4 das empresas (26%) disseram que acreditam na diminuição da inadimplência para este ano. Por outro lado, para outras 36% a inadimplência ficará igual, e para 28% apresentará crescimento.

Na comparação com os respondentes do 4º Tri de 2017, cresceu de 24% para 39% o percentual de empresas que preveem um endividamento menor em 2019. 30% delas declararam, por sua vez, que estarão com dívidas iguais às de 2018, e 19% mais endividadas agora. A tabela contém os detalhes.

Endividamento em 2019: %

A pesquisa também identificou um crescimento de 16p.p. entre os empresários que não pretendem demandar crédito em 2019, na comparação com 2018. Ou seja, 54% das empresas entrevistas no 4º Tri/18 apontaram que não demandarão crédito, contra 38% registrados no 4º Tri de 2017. Por outro lado, ainda para este ano, outras 33% delas declararam que irão demandar crédito, contra 39% no mesmo período de 2018.

Das 33% que demandarão crédito em 2019, 44% afirmaram que o recurso será usado para realizar novos investimentos. Este percentual era de 35% no 4º Tri/17, um crescimento de 9p.p. Já 28% vão usar o crédito para alavancar capital de giro (eram 37% em 2018). Outros 28% vão usar para pagar empréstimos e dívidas em geral com credores (mesmo percentual do 4ºTri/18).

Ainda entre os 33% das empresas que demandarão crédito em 2019, saltou de 27% para 37% aquelas que acreditam que irão pagar mais caro por isso, ou seja, que as taxas serão mais elevadas do que as praticadas em 2018. Já 25% esperam pagar valores iguais aos de 2018, e 38% taxas menores.

Metodologia
A pesquisa Perspectiva Empresarial da Boa Vista utiliza metodologia quantitativa com coleta de informações por meio eletrônico via internet. É trimestral, e mostra o evolutivo 2017 e 2018. O seu universo é representado por empresas do Comércio (atacadista e varejista), Serviços (Instituições Financeiras e Construção Civil), Indústria, Construção Civil e Instituições Financeiras. Neste levantamento, foram entrevistas pouco mais de mil empresas. Para a leitura geral dos resultados, considerar 95% de grau de confiança, e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

A revolução de “Canudos”

João Vítor Perozzo | Elrinet

Durante o ano de 2018, vimos algo inédito e pouco esperado ocorrer. Após manifestações on-line sobre o impacto negativo de resíduos plásticos no oceano, uma série de marcas mudou o seu posicionamento, de maneira radical, para agradar o público. Isso significa que as marcas estão tendo que se renovar e se adaptar para continuar no topo do mercado. A era do materialismo exagerado e do cliente visto apenas como número chegou ao fim.

Posicionar-se é sobreviver
Antigamente, apenas um grupo mínimo de marcas posicionava-se sobre algum assunto. Como, por exemplo, a preservação ambiental e o desperdício. Não apenas isso: mesmo com a cobrança do público, era difícil obter qualquer retorno de uma empresa.
Com a mudança do comportamento do consumidor, as marcas precisam se posicionar sobre o que o seu público vê como relevante. Vimos impérios, como a Burguer King, abolir o uso dos canudos e tampas plásticas em seus restaurantes. Tudo isso, pois a marca viu como vantajoso mostrar essa preocupação para com os seus consumidores.

Tendência no comportamento do consumidor
Há uma parcela, que cresce cada vez mais, de consumidores que têm consciência do impacto negativo que advém do consumo exagerado e irresponsável. Além disso, essa classe entende que esses resíduos impactam em seres humanos, animais e meio ambiente.
Por causa dessa nova forma de consumo, estilos de vida como o veganismo e produtos eco-friendly vêm ganhando espaço. Dietas vegetarianas e produtos que não promovem testes em animais também estão sendo cada vez mais exigidos.

A ética (não apenas ambiental) em destaque
Em um mercado extremamente saturado, o consumidor deixou de buscar apenas opções de qualidade. Afinal, há diversas opções viáveis para compra e consumo. Diante disso, o filtro utilizado na hora de realizar uma compra se intensificou e um dos principais gatilhos que está excluindo marcas na hora da compra é a ética.
Isso quer dizer que o consumidor está priorizando empresas e marcas que valorizem o que é bom – não apenas para si, mas também para os outros ou para a sociedade. É necessário que a empresa valorize princípios e busque a felicidade de seus parceiros, colaboradores e consumidores.
Hoje, não há mais espaço garantido no mercado para quem vende um produto ou serviço que não estejam agregados à oferta de valores como felicidade, tranquilidade, prazer, liberdade e/ou sustentabilidade.
Não basta pensar ou apresentar um código de ética, é preciso imprimir elos que aproximem pessoas que acreditam nesses mesmos valores. Más práticas ou falta de transparência são inadmissíveis para as novas gerações. Não há como aceitar esse desrespeito com o cidadão/consumidor.
Incorporar esses ideais pode renovar, de forma positiva, a imagem da empresa e sua participação no mercado. Priorizar ações e princípios éticos funciona, indiretamente, como fator motivacional interno, aumentando valor e maximizando riqueza aos olhos dos colaboradores e interessados pela empresa.

E você, já realizou uma revisão ética dos processos da sua empresa?

Projeto de lei parlamentar do Cadastro Positivo na Câmara dos Deputados

Todos os consumidores e empresas farão parte do cadastro de informações positivas de pagamento; no modelo anterior 5% da população economicamente ativa fez a adesão

21 de fevereiro de 2019 – A Boa Vista comemora a aprovação, por parte da Câmara Federal, do PLP – Projeto de Lei Parlamentar 441/2017 que tornará automática a entrada de consumidores e empresas no Cadastro Positivo, modelo conhecido como opt-out, e que proporcionará muitos benefícios ao mercado brasileiro. Com a alteração da lei, o número de participantes deve saltar de 11 milhões já cadastrados para 120 milhões de consumidores Pessoa Física e Pessoa Jurídica, dos quais cerca de 20 milhões serão de pessoas que atualmente não têm acesso ao crédito.

Com a alteração da lei, que agora segue para aprovação no Senado para depois ser sancionada pelo presidente da República, informações de pagamento de contas de serviços continuados, como as de água, energia elétrica, gás e telefonia, passam a ser consideradas no cálculo da pontuação de crédito (score). No modelo anterior, pessoas e empresas precisavam autorizar a inclusão no Cadastro Positivo. Com a mudança, todos serão automaticamente incluídos e se desejarem poderão solicitar a exclusão de seu nome desse cadastro.

De acordo com o modelo aprovado, varejistas, bancos, financeiras e empresas de serviços continuados passarão a ter de compartilhar obrigatoriamente as informações de pagamento dos seus clientes com os birôs de crédito, como a Boa Vista, que são os responsáveis pela organização dos dados do Cadastro Positivo. Importante: pagamentos feitos à vista, tanto em dinheiro quanto no cartão de débito, investimentos ou poupanças não entrarão neste banco de dados, o que garante a privacidade das informações dos consumidores e empresas.

Para Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista, a aprovação do Projeto de Lei Parlamentar que incluirá de forma automática consumidores e empresas no Cadastro Positivo é um marco histórico para o desenvolvimento do mercado de crédito no país. Ele contribuirá para a democratização do crédito com concessões mais justas; permitirá o empoderamento da população não-bancarizada; estimulará a redução da inadimplência e, consecutivamente, dos juros praticados no mercado, e ainda ajudará na expansão do crédito, tanto para consumidores que possuem ou tiveram algum débito ativo, quanto para os que não têm histórico de crédito, e que hoje não têm a chance de ter crédito aprovado.

Ainda segundo Dirceu, com o novo modelo de Cadastro Positivo a vida financeira dos brasileiros será melhor avaliada. Isso porque, a dinâmica de pagamentos dos consumidores que até então não é conhecida, passará a integrar o conjunto de informações utilizadas na avaliação do crédito. Por exemplo: se parcelas são pagas em dia ou até mesmo antecipadas, passarão a contar positivamente na análise e aprovação do crédito, o que poderá representar condições melhores de parcelas e juros do que as atualmente ofertadas.

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

www.boavistascpc.com.br

Mais de sete bilhões de pessoas no mundo, mas ainda assim, você é único!

João Vítor Perozzo | curador de conteúdo Elri.net

Ao adquirir um produto ou serviço, o cliente tem o intuito de resolver um problema. No entanto, é importante que a experiência de compra seja positiva e impactante. Uma das principais formas de gerar esse impacto é fazer o cliente sentir-se único e valorizado pela empresa.
O princípio desse ideal reside no Marketing de Conteúdo.

Entenda mais sobre:
Esse segmento compreende ações que constroem e disseminem a marca. O intuito é prospectar novos leads, fidelizar clientes e gerar autoridade no mercado.
O resultado é fazer com que os clientes se tornem aliados. Afinal, a recomendação “boca a boca” sempre possuiu grande poder de persuasão. Ainda mais agora, com a ascensão de influenciadores digitais, uma marca que preza pela experiência do usuário tem grande potencial de crescimento e reconhecimento. Isso ocorre, pois o marketing de relacionamento prevê resultados em longo prazo.Visto que a empresa deve construir uma relação contínua e progressiva com o cliente.

Como eu posso fazer isso?
Se você tem o intuito de tornar um prospect em divulgador da marca, é necessário oferecer uma experiência única. Aqui vão algumas dicas que podem servir de primeiro passo para que seu cliente se sinta valorizado:

1 – Personalização e identificação são valores importantes na hora da compra

Quando se há o intuito de se aproximar de alguém, é necessário direcionar mensagens e conteúdos à pessoa. Por isso, o uso de mensagens prontas e/ou atitudes mecanizadas não é aconselhado.

Por exemplo, em uma loja de calçados, é importante notar o estilo do cliente ao entrar e pensar em produtos que combinem com suas roupas e acessórios.
Caso o cliente já seja conhecido do local, é importante notar qual estilo
interessa a ele e, de forma amigável, direcioná-lo a isso.

2 – O cliente precisa ser um amigo
Por meio do Instagram, Facebook ou até mesmo WhatsApp, você pode realizar uma manutenção constante da relação entre a marca e o cliente. A dica é estar aberto a ouvir o cliente e entregar aquilo que irá agradá-lo.

Por exemplo, quando um cliente fizer cadastro, peça seu telefone de WhatsApp para convidá-lo a participar de eventos ou enviar novidades acerca de produtos que sejam do gosto da pessoa. Tudo isso como se a Brand Persona da marca estivesse conversando com um amigo.

3 – Segmente seu conteúdo para cada rede social
As redes sociais possuem públicos diferentes e demandas diferentes de mensagem. Portanto, é importante entender que tipo de postagem se adequa a cada plataforma e como isso pode impactar seu público com mais qualidade.

O Twitter é uma ótima ferramenta para um SAC rápido e aberto entre usuário e marca. Já o Instagram é uma ótima plataforma para consolidar a marca como autoridade.

Por fim, vale investir no Marketing de Relacionamento?
Em um mercado de trabalho onde diversas empresas entregam um produto igual ou semelhante, é importante possuir aquele “quê” a mais que atraia clientes e os fidelize. Logo, investir no marketing de relacionamento é investir na  sobrevivência, renovação e sucesso da marca.

Vendas no varejo crescem 2,3% em 2018 e têm a maior alta em cinco anos

O comércio varejista fechou 2018 com alta de 2,3%, a maior taxa anual desde 2013, quando as vendas aumentaram 4,3%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo, ficando ligeiramente acima do desempenho de 2017, quando subiu 2,1%. Mesmo assim, o crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos não recuperou a queda de 10,3% em 2015 e 2016.

As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE. Apesar do crescimento no acumulado no ano, as vendas perderam fôlego no segundo semestre, como explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. “Foi um semestre marcado pela alta do dólar, por incertezas diante do período eleitoral e pela recuperação da greve dos caminhoneiros, mas, no geral, com saldo positivo”, resume.

No índice mensal, as vendas de dezembro caíram 2,2% em relação às de novembro, no que foi o pior resultado para o mês desde 2000, porém cresceram 1,8% na comparação com dezembro de 2017. “Como em novembro houve uma disparada nas vendas por causa da Black Friday, já era esperado que dezembro registrasse queda”, explica Isabella.

As vendas da atividade que contempla os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 3,8% e registraram a maior influência positiva, seguida pelos setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 7,6%, e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 5,9%.

Já as atividades com as principais quedas nas vendas foram combustíveis e lubrificantes (-5%), tecidos, vestuário e calçados (-1,6%), móveis e eletrodomésticos (-1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-14,7%).

“Supermercados, artigos pessoais e farmacêuticos englobam produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Diante de uma economia estável, são setores que naturalmente apresentam crescimento. Já entre as atividades que caíram, destaca-se o setor de combustíveis e lubrificantes, que, em 2018, sofreram com alta nos preços acima da inflação”, diz Isabella.

Vendas do setor automotivo têm a maior alta em 11 anos

No comércio varejista ampliado, que inclui os ramos de veículos e materiais de construção, as vendas tiveram alta de 5%, a maior dos últimos seis anos. O resultado teve forte influência das vendas de veículos, motos, partes e peças, que cresceram 15,1% em 2018, a taxa mais elevada desde 2007, quando cresceu 22,6%.

“Esse desempenho pode ser explicado pela melhora nas condições de financiamento, refletida na redução das taxas de juros e no aumento do volume de crédito para aquisição de veículos”, encerra a pesquisadora.